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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Satélite israelense detecta Su-57 supostamente estacionados na Síria

Um satélite israelense captou a foto de um local onde estariam estacionados novíssimos caças russos Su-57 na base militar de Hmeymim da Força Aeroespacial da Rússia na Síria.


Sputnik

De acordo com o jornal Haaretz, a empresa operadora do satélite EROS-B, iSi, detectou em 23 de fevereiro dois aparelhos de combate estacionados perto da pista de decolagem da base. Afirma-se que estas são de fato as primeiras imagens que confirmam a chegada dessas aeronaves ao Oriente Médio.


ISI revela a primeira implantação de dois caças russos stealth Sukhoi SU-57, como pode ser visto pelas imagens de ontem do satélite em Eros-B 

Segundo as informações fornecidas pela inteligência israelense, os Su-57 continuam sendo testados e a Síria será provavelmente o primeiro lugar para suas "provas".

O Su-57 é o primeiro caça russo de 5ª geração que disfruta de altas qualidades furtivas, tem capacidade de sobrevivência e de manobra elevadas, bem como é capaz de voar a velocidades supersônicas sem usar pós-combustão.

Pelas suas caraterísticas, ele pode ser comparado com o caça-bombardeiro estadunidense F-35 que, contudo, tem sido relacionado com numerosas falhas técnicas e um custo sem precedentes.

Em outubro de 2017, a Força Aérea de Israel possuía sete aviões da família F-35, tomando em consideração que um deles estava sendo consertado por alegadamente ter colidido com duas aves durante um voo de teste. Contudo, este incidente coincidiu com notícias sobre disparos de sistemas antiaéreos sírios contra um grupo aéreo não identificado que tinha entrado no espaço aéreo sírio a partir do território israelense.


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