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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Sobre briga por 'mala nuclear': EUA não podem chegar à China abrindo porta com os pés

Algumas mídias noticiaram uma briga entre agentes de serviços especiais por causa da "mala nuclear" do presidente norte-americano, Donald Trump, durante sua visita à China. O especialista em diplomacia, Lev Klepatsky, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, comentou a situação.


Sputnik

Agentes das forças especiais chinesas e norte-americanas se desentenderam por causa da "mala nuclear" de Trump no decorrer da visita do presidente norte-americano à China em 2017, comunica a edição Axios, citando fontes conhecedoras do acontecido.


Mala com códigos nucleares do assistente militar do presidente norte-americano
Mala com códigos nucleares dos EUA © AP Photo/ Alex Brandon

De acordo com a edição, depois de o líder norte-americano passar na sala de negociações com as autoridades chinesas, um funcionário tentou segui-lo com "a mala nuclear". Contudo, um guarda chinês impediu a passagem do acompanhante de Trump. Representantes da delegação norte-americana chamaram o chefe de gabinete da Casa Branca, John Kelly, que decisivamente se dirigiu à sala dizendo "nós entramos".

Em seguida, ocorreu um alvoroço, já que um oficial de segurança chinês agarrou Kelly, que rapidamente se soltou, e depois um agente do serviço secreto dos EUA jogou um funcionário chinês no chão, segundo Axios.

O especialista em diplomacia, Lev Klepatsky, comentou o incidente em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"De acordo com a prática e com o que eu sei, geralmente, tudo é combinado de antemão, ou seja, em conformidade com o protocolo. Não é que essas pessoas [com a mala nuclear] seguem estreitamente após seu chefe, mas estão a uma distância bem curta. Quanto ao incidente, para os EUA, este comportamento meio 'indecente' é típico. Provavelmente, trata-se de uma falha do protocolo, ou 'sondagem' do terreno para ver se os donos [do evento] o aceitarão ou não. Caso a chantagem tenha seu efeito, os [norte-americanos] vão continuar se comportando desse jeito, caso não dê certo, vão ter de agir no âmbito do protocolo", assinalou Klepatsky.

De acordo com ele, os norte-americanos se esqueceram de uma coisa importante nas relações com seus colegas chineses.

"Esse jeito é perigoso caso sejam envolvidos chineses […] Não se trata de um país do Leste Europeu, onde os norte-americanos abrem porta com os pés", acredita o especialista.


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