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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Tensões se agravam em meio a planos da Finlândia de fazer compra histórica de jatos

Os 64 jatos norte-americanos F-18 Hornet da frota aérea finlandesa se tornam cada vez mais obsoletos e caros de manter. Por isso, se espera que cinco companhias compitam no futuro concurso.


Sputnik

A Finlândia planeja fazer a maior compra militar na sua história para modernizar a Força Aérea, o que custará cerca de 10 bilhões de euros (40 bilhões de reais), comunica a emissora finlandesa Yle.


Avião militar McDonnell Douglas F-18 Hornet da Força Aérea da Finlândia
McDonnell Douglas F-18 Hornet da Finlândia © AFP 2018/ WOLFGANG KUMM

Segundo estimativas, a atual frota de Hornets ainda vai funcionar de sete a 12 anos mais. Para compensar a sua desativação gradual, a Finlândia tem cinco companhias concorrentes que podem fornecer os novos jatos: o F-35 (Lockheed Martin), F/A-18 Super Hornet (Boeing), Gripen E (Saab), Rafale (Dassault) e Eurofighter Typhoon.

De acordo com o Ministério da Defesa, o objetivo é comprar um sistema que ainda esteja em serviço depois de 30 anos e seja capaz de ser modernizado para corresponder aos desafios do futuro.

Conforme disseram no Instituto das Relações Exteriores, mesmo se esperando que os cinco concorrentes atinjam um certo nível, a questão é qual deles vai oferecer algo que supere este nível. Também serão levadas em conta as implicações de segurança.

A última modernização da força aérea em tal escala teve lugar em 1992, quando foi decidido comprar 64 jatos Hornet. Na época, o desapontamento da Suécia foi muito grande porque a Finlândia não optou pelo Gripen sueco, apesar de muitas conversações sobre cooperação.

Desta vez, o grupo da indústria de defesa sueco Saab volta a ter muitas expectativas de vencer o concurso.


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