Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Tensões se agravam em meio a planos da Finlândia de fazer compra histórica de jatos

Os 64 jatos norte-americanos F-18 Hornet da frota aérea finlandesa se tornam cada vez mais obsoletos e caros de manter. Por isso, se espera que cinco companhias compitam no futuro concurso.


Sputnik

A Finlândia planeja fazer a maior compra militar na sua história para modernizar a Força Aérea, o que custará cerca de 10 bilhões de euros (40 bilhões de reais), comunica a emissora finlandesa Yle.


Avião militar McDonnell Douglas F-18 Hornet da Força Aérea da Finlândia
McDonnell Douglas F-18 Hornet da Finlândia © AFP 2018/ WOLFGANG KUMM

Segundo estimativas, a atual frota de Hornets ainda vai funcionar de sete a 12 anos mais. Para compensar a sua desativação gradual, a Finlândia tem cinco companhias concorrentes que podem fornecer os novos jatos: o F-35 (Lockheed Martin), F/A-18 Super Hornet (Boeing), Gripen E (Saab), Rafale (Dassault) e Eurofighter Typhoon.

De acordo com o Ministério da Defesa, o objetivo é comprar um sistema que ainda esteja em serviço depois de 30 anos e seja capaz de ser modernizado para corresponder aos desafios do futuro.

Conforme disseram no Instituto das Relações Exteriores, mesmo se esperando que os cinco concorrentes atinjam um certo nível, a questão é qual deles vai oferecer algo que supere este nível. Também serão levadas em conta as implicações de segurança.

A última modernização da força aérea em tal escala teve lugar em 1992, quando foi decidido comprar 64 jatos Hornet. Na época, o desapontamento da Suécia foi muito grande porque a Finlândia não optou pelo Gripen sueco, apesar de muitas conversações sobre cooperação.

Desta vez, o grupo da indústria de defesa sueco Saab volta a ter muitas expectativas de vencer o concurso.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas