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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Turquia ameaça com 'consequências' se Assad apoiar curdos na Síria

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ameaçou nesta segunda-feira com "consequências" se o regime de Bashar al-Assad apoiar as milícias curdas no noroeste da Síria, contra as quais o exército turco lançou uma ofensiva no final de janeiro.


EFE

Em uma conversa telefônica com o presidente russo Vladimir Putin, Erdogan advertiu que "se o regime sírio escolher esse caminho, haverá consequências", informou a emissora turca "NTV", citando fontes da presidência turca.


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Recep Tayyip Erdogan | Reprodução

Erdogan se referiu assim ao anúncio de que o governo sírio chegou a um acordo para apoiar as Unidades de Proteção Popular (YPG, na sigla em curdo), as milícias curdas que o exército turco enfrenta há um mês.

O governante turco assegurou a Putin que a operação lançada em 20 de janeiro contra o cantão curdo de Afrin na Síria continua segundo o planejado.

Ancara pretende tomar o controle deste território de cerca de 2 mil quilômetros quadrados, que está desde o início da guerra civil síria sob controle das YPG, porque considera estas milícias curdo-sírias um ramo do proscrito Partido de Trabalhadores do Curdistão (PKK), a guerrilha curda ativa na Turquia.

Horas antes, o ministro de Relações Exteriores turco, Mevlüt Çavusoglu, tinha declarado durante uma visita à Jordânia que a Turquia aceitaria a presença de tropas sírias em Afrin, sempre que viessem para expulsar as milícias curdas.

Mas caso contrário, "nada poderia deter o Exército turco", advertiu o diplomata.

Putin e Erdogan também falaram sobre a expansão da presença militar na província de Idlib, ao sul de Afrin, aponta a agência semipública turca "Anadolu".

Desde outubro, há tropas turcas que contam com a autorização da Rússia e do Irã nesta zona, até agora controlada por milícias islamitas alçadas em armas contra Al Assad.

A Turquia deve estabelecer um novo ponto de controle cerca de 70 quilômetros da sua fronteira e a apenas 10 quilômetros da linha de frente com as forças do regime sírio, informou a "Anadolu".

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