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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Turquia enviará forças navais e aéreas para o Qatar

Turquia enviará ao Qatar unidades da armada e das forças aéreas, que completarão às tropas terrestres que já existem no país árabe, segundo anunciou hoje o embaixador turco em Doha, Fikret Ozer.


Prensa Latina


Ancara - Em declarações à rede de televisão Al Jazeera, o diplomata justificou a decisão 'como parte do acordo assinado entre Qatar e Turquia em 2014', e assinalou que os detalhes sobre a infraestrutura necessária ou o deslocamento serão negociados por ambos os países em datas próximas.

Recep Tayipp Erdogan e militares turcos | Reprodução

Ozer não fez nenhum comentário sobre o número de soldados que poderiam ser enviados ao Qatar, nem sobre os que já estão no país.

O primeiro contingente enviado para a Turquia chegou à base militar de Tariq Bin Ziyad em 2015, um acampamento localizado ao sul da capital e com capacidade para cinco mil soldados.

Depois da ruptura de relações diplomáticas e comerciais entre Qatar e uma coalizão de países liderada pela Arábia Saudita, em junho de 2017, Ancara se desistiu de apoiar o governo do emirado e assinou um convênio que permite ao exército turco treinar as forças de segurança cataris.


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