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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Você sabia que a Marinha russa possui um dinossauro?

Construída na época do Império Russo, embarcação continua em uso.


Boris Egorov | Russia Beyond

É inacreditável, mas esse navio de 104 anos não só pertence formalmente à Marinha russa, mas continua servindo ativamente o país. Conhecido como Volkhov (atual Kommuna), essa embarcação de resgate de submarinos foi construída em 1912, lançada ao mar no ano seguinte e juntou-se à Frota Báltica em 1915.


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Volkhov (atual Kommuna) | Reprodução

A construção do navio foi um processo único. Graças ao aço especial usado pela fabricante Putilov, o casco do navio permanece em condições perfeitas até hoje, mais de um século depois de seu lançamento. Infelizmente, esse método de produção de aço se perdeu em meio aos tumultos da Revolução Russa e da guerra civil no país.

O Volkhov não foi concebido para participar de guerras nem possuía armas. O objetivo principal desse barco tipo catamarã era resgatar, sobretudo, submarinos e prover assistência nas águas abertas.

Durante a Primeira Guerra Mundial, o Volkhov serviu como base flutuante para submarinos no mar Báltico. Levava até dez torpedos extra e reservas de combustível. Além disso, podia prover acomodação para 60 marinheiros.

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Volkov em construção | Reprodução

Entre as embarcações resgatadas pelo navio estão os submarinos AG-15 (em condições muito difíceis) e submarino da classe Bars Unicórnio. Também resgatou o submarino britânico HMS L55, que afundou em 1019 no golfo da Finlândia durante uma colisão com os destróieres soviéticos Gavril e Azard.

Em 1922, o navio foi rebatizado como Kommuna, nome que sobreviveu à queda da URSS. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu como base para conserto de submarinos e permitiu atracação de submarinos soviéticos classe M (classe Malyutka).

Resultado de imagem para Volkhov (atual Kommuna)
Kommuna | Reprodução

Desde 1967, o Kommuna faz parte da frota do Mar Negro, baseada em Sevastopol, na Crimeia. Sua equipe aumentou de 23 para 41 pessoas em serviço.

O Kommuna já resgatou mais de 150 embarcações, mas os submarinos não são seu único foco. Em 1977, ele salvou uma aeronave Su-24 que afundara.

O tempo não tem sido favorável com o Kommuna, e hoje ele precisa passar por constantes renovações e modernizações. O navio era equipado com o sistema subaquático ROV Saab Seaeye Panther Plus, que pode estudar objetos a uma profundidade de até 1 km. Até mesmo o velho piano que foi dado ao navio em 1914 foi consertado e está funcionando de novo.

O Kommuna viveu até uma idade avançada. Mas alguns projetos navais russos não tiveram a mesma sorte. Sabia que a Rússia costumava desenhar navios “redondos” no século 19? Leia mais sobre o assunto.


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