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Estratégia de defesa antimísseis dos EUA: Coreia do Norte é 'ameaça extraordinária'

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve anunciar uma estratégia de defesa antimísseis renovada nesta quinta-feira, na qual A Coreia do Norte é classificada como uma "ameaça extraordinária".
Sputnik

O fato ocorre mesmo sete meses depois do presidente norte-americano declarar que o risco nuclear de Pyongyang foi eliminado.


"Apesar de um possível novo caminho para a paz com a Coreia do Norte agora existir, o país continua a representar uma ameaça extraordinária e os Estados Unidos devem permanecer vigilantes", adverte o relatório, 2019 Missile Defence Review, em seu resumo executivo.

Além da Coreia do Norte, o documento destaca as preocupações sobre o avanço das capacidades da do Irã, da Rússia e da China.

"As capacidades de mísseis dos adversários dos EUA, como Coreia do Norte e Irã, continuam a desempenhar um papel significativo na estratégia de defesa dos EUA", disse o secretário de Defesa dos EUA, Patrick Shanahan, durante a apresentação do relatório.

1º Carro Blindado do Exército no Museu do Expedicionário, em Curitiba

O Museu do Expedicionário, na região da 5ª Região Militar (5ª RM), possui, em seu acervo, uma relíquia utilizada pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial: uma Viatura M3 A1 Scout Car. Trata-se do primeiro carro blindado 4 x 4 do Exército Brasileiro, um exemplar dentre as 90 unidades adquiridas na década de 1940.



Forças Terrestres

Curitiba (PR) – A viatura estava sem o motor, por conta da falta de peças para a sua recuperação. No entanto, o motor original foi reinstalado por uma equipe do Parque Regional de Manutenção da 5ª Região Militar (Pq R Mnt/5), para que os visitantes do Museu possam melhor apreciá-lo.


Viatura M3 A1 Scout Car

O M3 A1 Scout Car é composto de um chassi de caminhonete, quatro rodas motrizes, com tração permanente, impulsionado por um motor a gasolina de seis cilindros, com quatro marchas.

O Museu do Expedicionário

Criado em 1946, o Museu ilustra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, em especial, a participação dos soldados paranaenses. Instalado em um prédio histórico, em área central da cidade de Curitiba, abriga um dos maiores acervos sobre a participação do Brasil nesse conflito de proporções globais em solo europeu, com cerca de 25 mil itens.


Esse farto material histórico, além de armas, munição, equipamentos, uniformes e bandeiras, inclui muitas ilustrações, mapas, livros e documentos da época. Estão expostos vários materiais bélicos e armamentos utilizados na guerra pela FEB. Estão expostos, ainda, um blindado, um avião Thunderbolt e outros equipamentos utilizados em campos de batalha italianos.

O Museu era administrado, desde a sua fundação, pela Legião Paranaense do Expedicionário, órgão de ex-combatentes que serviram na FEB, com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Paraná e do Exército Brasileiro. Desde setembro de 2017, o local está sob a administração da 5ª RM.

A Força Expedicionária Brasileira

A FEB se constituía de uma Divisão de Infantaria Expedicionária, composta por Comando e Estado-Maior, três Regimentos de Infantaria, um Esquadrão de Reconhecimento, um Batalhão de Engenharia, uma Artilharia Divisionária, um Batalhão de Saúde e Tropas Divisionárias, com cerca de 25 mil homens. Todo esse contingente passou a integrar o IV Corpo de Exército norte-americano, subordinado ao V Exército Aliado, que tinha como missão manter o máximo das forças inimigas empenhadas ao sul da Itália.

Um dos grandes feitos desses valorosos militares foi o ocorrido em 21 de fevereiro de 1945, quando a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária lançou-se ao ataque a Monte Castello e, às 17h30, a Bandeira Brasileira tremulava altiva em solo italiano. A FEB sofreu, somente naquele dia, 112 baixas.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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