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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Alemanha disposta a diálogo com Rússia, apesar de expulsões

A reação de Moscou a frente formada por Reino Unido e aliados no caso Skripal não se fez esperar: quatro diplomatas alemães terão que voltar para casa. Na véspera, Rússia declarara 60 americanos personae non gratae.


Deutsch Welle

O governo da Rússia instou quatro membros da embaixada alemã em Moscou a deixarem seu território, em represália a medida semelhante tomada por Berlim. Ao tomar conhecimento da medida, nesta sexta-feira (30/03), o ministro do Exterior da Alemanha, Heiko Maas, declarou em comunicado não estar surpreso, mas reafirmou a disposição de seu país a dialogar com Moscou.


Embaixada da Alemanha em Moscou
Embaixada da Alemanha em Moscou

Maas lembrou que a Alemanha não tomara levianamente a decisão de expulsar quatro diplomatas russos, em reação ao envenenamento do ex-espião duplo Sergei Skripal no Reino Unido: "Foi um sinal político necessário e apropriado, em solidariedade ao Reino Unido, e por a Rússia se negar até agora a esclarecer os fatos."

Maas ressalvou que também no atual contexto a Alemanha está aberta ao diálogo com Moscou e trabalhará "pela segurança europeia e por um futuro construtivo para as relações bilaterais".

Outros países afetados por represálias do Kremlin são França, Canadá e Polônia, também com quatro diplomatas expulsos; Lituânia, com três; Itália e Holanda, com dois, cada uma; e Finlândia e Letônia, com um diplomata, respectivamente.

Na quinta-feira, 60 representantes diplomáticos dos Estados Unidos haviam sido expulsos da Rússia. Antes, Moscou declarara personae non gratae 23 diplomatas britânicos, o mesmo número de funcionários russos enviados para casa por Londres. O Kremlin segue negando qualquer envolvimento no envenenamento de Skripal e sua filha, Yulia.

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