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Mílicia de Lugansk denuncia chegada de mercenários estrangeiros a Donbass

Milícia independentista da república autoproclamada de Lugansk tem informações sobre a chegada a Donbass de mercenários estrangeiros para combater ao lado de militares ucranianos, declarou na sexta-feira (19) o representante oficial da entidade responsável pela defesa da república, Andrei Marochko.
Sputnik

"Segundo os nossos dados, nesta semana ao povoado de Popasnaya, na zona de responsabilidade da 14ª brigada mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia, chegaram 20 mercenários que falavam as línguas georgiana e polonesa", contou Marochko.


Em 2014, as autoridades ucranianas iniciaram uma operação militar contra as repúblicas populares de Donetsk e de Lugansk, que declararam sua independência depois do golpe do Estado que ocorreu na Ucrânia em 2014. Segundo as últimas estimativas da ONU, as ações militares em Donbass resultaram na morte de mais de 10 mil pessoas.

Em fevereiro de 2015, as partes em conflito assinaram os acordos de paz de Minsk para acabar com os combates na região, …

Alemanha disposta a diálogo com Rússia, apesar de expulsões

A reação de Moscou a frente formada por Reino Unido e aliados no caso Skripal não se fez esperar: quatro diplomatas alemães terão que voltar para casa. Na véspera, Rússia declarara 60 americanos personae non gratae.


Deutsch Welle

O governo da Rússia instou quatro membros da embaixada alemã em Moscou a deixarem seu território, em represália a medida semelhante tomada por Berlim. Ao tomar conhecimento da medida, nesta sexta-feira (30/03), o ministro do Exterior da Alemanha, Heiko Maas, declarou em comunicado não estar surpreso, mas reafirmou a disposição de seu país a dialogar com Moscou.


Embaixada da Alemanha em Moscou
Embaixada da Alemanha em Moscou

Maas lembrou que a Alemanha não tomara levianamente a decisão de expulsar quatro diplomatas russos, em reação ao envenenamento do ex-espião duplo Sergei Skripal no Reino Unido: "Foi um sinal político necessário e apropriado, em solidariedade ao Reino Unido, e por a Rússia se negar até agora a esclarecer os fatos."

Maas ressalvou que também no atual contexto a Alemanha está aberta ao diálogo com Moscou e trabalhará "pela segurança europeia e por um futuro construtivo para as relações bilaterais".

Outros países afetados por represálias do Kremlin são França, Canadá e Polônia, também com quatro diplomatas expulsos; Lituânia, com três; Itália e Holanda, com dois, cada uma; e Finlândia e Letônia, com um diplomata, respectivamente.

Na quinta-feira, 60 representantes diplomáticos dos Estados Unidos haviam sido expulsos da Rússia. Antes, Moscou declarara personae non gratae 23 diplomatas britânicos, o mesmo número de funcionários russos enviados para casa por Londres. O Kremlin segue negando qualquer envolvimento no envenenamento de Skripal e sua filha, Yulia.

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