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Estratégia de defesa antimísseis dos EUA: Coreia do Norte é 'ameaça extraordinária'

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve anunciar uma estratégia de defesa antimísseis renovada nesta quinta-feira, na qual A Coreia do Norte é classificada como uma "ameaça extraordinária".
Sputnik

O fato ocorre mesmo sete meses depois do presidente norte-americano declarar que o risco nuclear de Pyongyang foi eliminado.


"Apesar de um possível novo caminho para a paz com a Coreia do Norte agora existir, o país continua a representar uma ameaça extraordinária e os Estados Unidos devem permanecer vigilantes", adverte o relatório, 2019 Missile Defence Review, em seu resumo executivo.

Além da Coreia do Norte, o documento destaca as preocupações sobre o avanço das capacidades da do Irã, da Rússia e da China.

"As capacidades de mísseis dos adversários dos EUA, como Coreia do Norte e Irã, continuam a desempenhar um papel significativo na estratégia de defesa dos EUA", disse o secretário de Defesa dos EUA, Patrick Shanahan, durante a apresentação do relatório.

Arábia Saudita promete criar bomba nuclear caso Irã faça o mesmo

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, anunciou em uma entrevista à CBS que seu país não ficará observando de braços cruzados o Irã desenvolvendo uma bomba atômica.


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"A Arábia Saudita não tenciona obter nenhuma bomba atômica, contudo, sem dúvidas, caso o Irã desenvolva uma bomba nuclear, vamos seguir seu exemplo de forma mais rápida possíve", afirmou o príncipe.


A usina nuclear Bushehr no Irã (foto de arquivo)
Usina nuclear Bushehr, no Irã © Sputnik/ Valeriy Melnikov

Enquanto isso, o titular assinalou que "o Irã não é um adversário da Arábia Saudita", uma vez que "seu exército não se encontra entre os cinco principais do mundo muçulmano". Para mais, adicionou que a economia saudita supera a iraniana.

A rivalidade entre Teerã e Riad remonta à antiga divergência entre as duas maiores vertentes do islamismo sobre quem é o legítimo herdeiro do profeta Maomé. Wahhabismo, o movimento ultraconservador do Islã sunita da Arábia Saudita, considera os xiitas como hereges.

Além do elemento religioso nas relações entre os dois países há o político. Depois da revolução iraniana de 1979, os líderes sauditas passaram a considerar o Irã como uma ameaça ao seu domínio sobre o mundo islâmico. Assim, nos anos posteriores, as duas potências apoiaram lados opostos em numerosos conflitos da região, como no Iraque, Síria e Iêmen.

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