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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Arábia Saudita promete criar bomba nuclear caso Irã faça o mesmo

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, anunciou em uma entrevista à CBS que seu país não ficará observando de braços cruzados o Irã desenvolvendo uma bomba atômica.


Sputnik


"A Arábia Saudita não tenciona obter nenhuma bomba atômica, contudo, sem dúvidas, caso o Irã desenvolva uma bomba nuclear, vamos seguir seu exemplo de forma mais rápida possíve", afirmou o príncipe.


A usina nuclear Bushehr no Irã (foto de arquivo)
Usina nuclear Bushehr, no Irã © Sputnik/ Valeriy Melnikov

Enquanto isso, o titular assinalou que "o Irã não é um adversário da Arábia Saudita", uma vez que "seu exército não se encontra entre os cinco principais do mundo muçulmano". Para mais, adicionou que a economia saudita supera a iraniana.

A rivalidade entre Teerã e Riad remonta à antiga divergência entre as duas maiores vertentes do islamismo sobre quem é o legítimo herdeiro do profeta Maomé. Wahhabismo, o movimento ultraconservador do Islã sunita da Arábia Saudita, considera os xiitas como hereges.

Além do elemento religioso nas relações entre os dois países há o político. Depois da revolução iraniana de 1979, os líderes sauditas passaram a considerar o Irã como uma ameaça ao seu domínio sobre o mundo islâmico. Assim, nos anos posteriores, as duas potências apoiaram lados opostos em numerosos conflitos da região, como no Iraque, Síria e Iêmen.

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