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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Arábia Saudita promete criar bomba nuclear caso Irã faça o mesmo

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, anunciou em uma entrevista à CBS que seu país não ficará observando de braços cruzados o Irã desenvolvendo uma bomba atômica.


Sputnik


"A Arábia Saudita não tenciona obter nenhuma bomba atômica, contudo, sem dúvidas, caso o Irã desenvolva uma bomba nuclear, vamos seguir seu exemplo de forma mais rápida possíve", afirmou o príncipe.


A usina nuclear Bushehr no Irã (foto de arquivo)
Usina nuclear Bushehr, no Irã © Sputnik/ Valeriy Melnikov

Enquanto isso, o titular assinalou que "o Irã não é um adversário da Arábia Saudita", uma vez que "seu exército não se encontra entre os cinco principais do mundo muçulmano". Para mais, adicionou que a economia saudita supera a iraniana.

A rivalidade entre Teerã e Riad remonta à antiga divergência entre as duas maiores vertentes do islamismo sobre quem é o legítimo herdeiro do profeta Maomé. Wahhabismo, o movimento ultraconservador do Islã sunita da Arábia Saudita, considera os xiitas como hereges.

Além do elemento religioso nas relações entre os dois países há o político. Depois da revolução iraniana de 1979, os líderes sauditas passaram a considerar o Irã como uma ameaça ao seu domínio sobre o mundo islâmico. Assim, nos anos posteriores, as duas potências apoiaram lados opostos em numerosos conflitos da região, como no Iraque, Síria e Iêmen.

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