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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Brasil pronto para cooperação em defesa com o Líbano

O chanceler brasileiro, Aloysio Nunes Ferreira, declarou que a nação sulamericana está preparada para assinar acordos de cooperação de defesa com o Líbano, divulgam hoje meios locais.


Prensa Latina

Beirute - Essa afirmação teve lugar ao fim de uma reunião do visitante brasileiro com o premiê libanês, Saad Hariri.


Aloysio Nunes Ferreira | Reprodução

Ambos concordaram em abrir um marco legal que facilite o caminho a acordos sobre o tema da defesa.

Brasil encabeça o setor marítimo dentro das Forças de Paz da ONU no Líbano (FPNUL) deslocadas no sul deste país para evitar outra guerra com Israel.

Segundo Ferreira as relações vão para além das questões políticas e sociais, com motivo da presença no gigante sul-americano da maior diáspora mundial de libaneses com mais de sete milhões de residentes.

Anteriormente, o chanceler da nação sul-americana reuniu-se com seu homólogo libanês, Gebran Bassil, a quem confirmou a presença de Brasília em três conferências internacionais previstas para Roma, Paris e Bruxelas.

Essas três reuniões têm como objetivo assegurar a assistência financeira ao Líbano, para reforçar sua infraestrutura e economia, e apoiar no ônus dos quase 1,5 milhões de refugiados sírios acolhidos por este país.

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