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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Comboio humanitário da ONU evacuou apenas 13 pessoas de Guta Oriental

O comboio humanitário que entrou ontem em Guta Oriental, o principal reduto opositor sírio, com capacidade para evacuar até mil pessoas, retirou apenas 13 devido aos ataques dos rebeldes, informou nesta terça-feira um porta-voz militar russo.


EFE

"Ontem, o Centro Russo de Reconciliação pôde organizar a entrada a Guta Oriental de um comboio humanitário da ONU com 247 toneladas de alimentos e produtos de primeira necessidade para a população civil. O comboio estava preparado para evacuar das zonas perigosas até mil pessoas, mas na última hora da noite só pôde tirar 13", disse o porta-voz, o general Igor Konashenkov.


EFE/Mohammed Badra
EFE/Mohammed Badra

"Dessas pessoas, cinco eram crianças", acrescentou o representante militar em comunicado.

Konashenkov disse que os combatentes opositores "impedem a saída da população civil das zonas de atividade militar e bombardeiam o corredor humanitário", apesar das tréguas que ocorrem a cada dia em virtude da resolução 1401 do Conselho de Segurança da ONU.

Segundo denúncia das Nações Unidas ontem à noite, o comboio de ajuda humanitária que entrou ontem em Guta Oriental teve que se retirar antes do tempo devido aos bombardeios.

De acordo com o porta-voz, em outra das chamadas "zonas de desescalada" da Síria, a de Idlib, "na última semana, com a ajuda do Centro Russo de Reconciliação, foi possível conseguir o acesso seguro a Aleppo e o retorno às suas casas de mais de mil famílias sírias".

Com eles, são já mais de 200 mil os refugiados sírios que retornaram a essa região, de acordo com Konashenkov.

Por outro lado, acrescenta o comunicado, "a única região da Síria onde as disposições da resolução da ONU são completamente ignoradas e não se está dando nenhuma ajuda aos civis é a cidade da Raqqa e o campo de refugiados de Rubkan, sob controle dos Estados Unidos".

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