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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Conversas diminuem tensão na fronteira sul libanesa

O porta-voz das Forças de Paz da ONU no Líbano (Fpnul), Andrea Tenenti, assegurou que diminuíram as tensões na fronteira sul libanesa, segundo despachos remetidos hoje dessa região meridional.


Prensa Latina

Beirute - As conversas entre os Exércitos libanês e israelense com mediação da Fpnul, disse Tenenti, reduziram a tensa situação causada por uma decisão da entidade sionista de construir um muro na zona.

Andrea Tenenti | Reprodução

As autoridades libanesas advertiram que não se opunham ao levantamento dessa muralha, desde que não tocasse 13 pontos em disputa.

De acordo com Tenenti, as reuniões tripartites são muito profissionais, pragmáticas e apontam a diminuição da tensão; celebraram-se 118 desde 2006, com plena participação de todos, inclusive durante momentos difíceis, dimensionou

O início da construção do muro por Tel Aviv, coincidiu com expressões do ministro israelense de Defesa, Avigdor Lieberman, que qualificou de muito provocadora a decisão libanesa de começar a explorar gás e petróleo em uma zona marítima.

Lieberman declarou que esse lugar, o bloco 9 costa afora, segundo demarcações libanesas, pertence a Israel e que as companhias Eni, da Itália; Total, da França, e Novatek, da Rússia, não deviam trabalhar na zona.

Essas três empresas ganharam uma licitação do governo libanês para realizar prospecções e até agora ratificaram sua posição de iniciar trabalhadores em 2019.

Tenenti indicou que fica fora do mandato de Fpnul o conflito derivado da exploração de combustível mar afora e não se toca durante as conversas tripartites.

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