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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Conversas diminuem tensão na fronteira sul libanesa

O porta-voz das Forças de Paz da ONU no Líbano (Fpnul), Andrea Tenenti, assegurou que diminuíram as tensões na fronteira sul libanesa, segundo despachos remetidos hoje dessa região meridional.


Prensa Latina

Beirute - As conversas entre os Exércitos libanês e israelense com mediação da Fpnul, disse Tenenti, reduziram a tensa situação causada por uma decisão da entidade sionista de construir um muro na zona.

Andrea Tenenti | Reprodução

As autoridades libanesas advertiram que não se opunham ao levantamento dessa muralha, desde que não tocasse 13 pontos em disputa.

De acordo com Tenenti, as reuniões tripartites são muito profissionais, pragmáticas e apontam a diminuição da tensão; celebraram-se 118 desde 2006, com plena participação de todos, inclusive durante momentos difíceis, dimensionou

O início da construção do muro por Tel Aviv, coincidiu com expressões do ministro israelense de Defesa, Avigdor Lieberman, que qualificou de muito provocadora a decisão libanesa de começar a explorar gás e petróleo em uma zona marítima.

Lieberman declarou que esse lugar, o bloco 9 costa afora, segundo demarcações libanesas, pertence a Israel e que as companhias Eni, da Itália; Total, da França, e Novatek, da Rússia, não deviam trabalhar na zona.

Essas três empresas ganharam uma licitação do governo libanês para realizar prospecções e até agora ratificaram sua posição de iniciar trabalhadores em 2019.

Tenenti indicou que fica fora do mandato de Fpnul o conflito derivado da exploração de combustível mar afora e não se toca durante as conversas tripartites.

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