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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Conversas diminuem tensão na fronteira sul libanesa

O porta-voz das Forças de Paz da ONU no Líbano (Fpnul), Andrea Tenenti, assegurou que diminuíram as tensões na fronteira sul libanesa, segundo despachos remetidos hoje dessa região meridional.


Prensa Latina

Beirute - As conversas entre os Exércitos libanês e israelense com mediação da Fpnul, disse Tenenti, reduziram a tensa situação causada por uma decisão da entidade sionista de construir um muro na zona.

Andrea Tenenti | Reprodução

As autoridades libanesas advertiram que não se opunham ao levantamento dessa muralha, desde que não tocasse 13 pontos em disputa.

De acordo com Tenenti, as reuniões tripartites são muito profissionais, pragmáticas e apontam a diminuição da tensão; celebraram-se 118 desde 2006, com plena participação de todos, inclusive durante momentos difíceis, dimensionou

O início da construção do muro por Tel Aviv, coincidiu com expressões do ministro israelense de Defesa, Avigdor Lieberman, que qualificou de muito provocadora a decisão libanesa de começar a explorar gás e petróleo em uma zona marítima.

Lieberman declarou que esse lugar, o bloco 9 costa afora, segundo demarcações libanesas, pertence a Israel e que as companhias Eni, da Itália; Total, da França, e Novatek, da Rússia, não deviam trabalhar na zona.

Essas três empresas ganharam uma licitação do governo libanês para realizar prospecções e até agora ratificaram sua posição de iniciar trabalhadores em 2019.

Tenenti indicou que fica fora do mandato de Fpnul o conflito derivado da exploração de combustível mar afora e não se toca durante as conversas tripartites.

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