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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Coreia do Sul e EUA retomarão manobras militares apesar da aproximação com o Norte

Exercícios militares conjuntos foram adiados por causa dos Jogos de Inverno. Pentágono afirma que não há motivo para Coreia do Norte encarar como uma provocação.


France Presse

Coreia do Sul e Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (20) que retomarão os exercícios militares conjuntos, adiados pelos Jogos Olímpicos de Inverno, no próximo mês, mas com uma duração reduzida, apesar do degelo das relações com Pyongyang.

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Militares da Coreia do Sul e EUA em exercício militar | Reprodução

Uma porta-voz do ministério sul-coreano da Defesa afirmou que espera que os exercícios sejam retomados em 1º de abril.

As manobras conjuntas em grande escala, realizadas anualmente, envolvem milhares de homens e sempre geram tensão na Península coreana.

O Pentágono afirmou em um comunicado que os exercícios conjuntos "estão orientados à defesa e que não há razão para que a Coreia do Norte os veja como provocação".

Pyongyang considera que são um ensaio geral para a invasão do e seu território.

Uma fonte do ministério da Defesa de Seul informou que o exercício será reduzido em um mês. "O exercício Foal Eagle será realizado durante um mês em abril devido ao adiamento pelos Jogos Olímpicos e cada exército tem o próprio calendário", disse à AFP.

No ano passado, os exercícios militares duraram dois meses, mas este ano foram adiados para que não coincidissem com as Olimpíadas de Inverno organizadas pela Coreia do Sul.

No momento estão em andamento conversações para uma cúpula entre os líderes das duas Coreias, em abril, após a qual está programado um encontro entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-Un.

O degelo diplomático gerou muitas especulações de que este ano as manobras pudessem ser suspensas para pavimentar o caminho do diálogo.

Segundo um alto funcionário sul-coreano que viajou a Pyongyang este mês, Kim deixou claro que "entende" a manutenção dos exercícios.

Este reconhecimento contrasta com a posição adotada no passado por Pyongyang, que em muitas ocasiões respondeu aos exercícios com suas próprias manobras militares. No ano passado, a Coreia do Norte disparou quatro mísseis balísticos perto do Japão.

As manobras conjuntas entre EUA e Coreia do Sul têm duas fases: a operação terrestre, Foal Eagle, que mobiliza cerca de 11.500 militares americanos e 290 mil sul-coreanos, e a operação Key Resolve, que consiste em uma simulação por computador.

Os Estados Unidos têm 30 mil militares estacionados na Coreia do Sul de forma permanente.

A falta de confirmação da Coreia do Norte sobre o encontro histórico, no entanto, gera preocupações tanto em Washington como em Seul.

Kim Byung-yeon, especialista em economia norte-coreana da Universidade Nacional de Seul, afirmou que as crescentes sanções enfrentadas por Pyongyang empurraram o regime para as negociações.

"Com o dano econômico provocado pelas crescentes sanções (...) parece que o Norte se apresentou para negociar para frear uma eventual frustração de sua população", disse.

"Acredito que o Norte vai mostrar mais sinceridade nas próximas negociações do que em ocasiões anteriores", completou.

A reunião entre Seul e Pyongyang prevista para o próximo mês em Panmunjom, na Zona Desmilitarizada, será o 3º encontro de cúpula entre os países, que tecnicamente continuam em guerra.

Caso a reunião aconteça, esta será a oportunidade para que Kim demonstre a disposição para o desarmamento, que Washington tanto deseja, afirmou Cheong Seong-chang, analista do Sejong Institute.

"Seria a primeira oportunidade para a comunidade internacional avaliar as intenções de Kim e sua postura sobre o arsenal nuclear e de mísseis antes da reunião entre Trump e Kim", disse Cheon.

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