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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

EA-18G Growler voando cego e congelando: US Navy investiga pane

Um EA-18G biposto estava voando a 25.000 pés no dia 29 de janeiro, a cerca de 60 milhas ao sul de Seattle, em um voo da Estação Naval do estado de Washington, Whidbey Island, para a Naval Weapons Station, China Lake.


David B. Larter | Defense News | Poder Aéreo

WASHINGTON – A tripulação recebeu um aviso de que o sistema que controlava a temperatura do ar do cockpit e a pressão da cabine, conhecido como sistema de controle ambiental (ECS – Environmental Control System), estava congelando.


EA-18G Growler

No momento em que o voo terminou, a tripulação de elite do Air Test and Evaluation Squadron Nine estava sendo levada para tratamento médico, e mais um falha no sistema de controle ambiental do EA-18G Growler – não visto em nenhum dos episódios fisiológicos anteriores vinculados ao ECS – estava suscitando novas preocupações na luta sísifa da Marinha para impedir episódios fisiológicos (PE) de colocar os pilotos em risco no céu.

O ambiente dentro do cockpit de repente mergulhou em temperaturas que atingiram -30 graus e uma névoa tomou conta do cockpit, cobrindo os instrumentos e a carlinga com uma camada de gelo, tornando os pilotos quase completamente cegos, de acordo com várias fontes familiarizadas com o incidente e um relatório interno obtido pelo Defense News.

A neblina dentro da aeronave congelou o painel de instrumentos, forçando o piloto e o oficial de guerra eletrônica (EWO) a usar um relógio Garmin para acompanhar seu rumo e altitude, enquanto os controladores aéreos começaram a transmitir instruções à tripulação. O piloto e o EWO foram forçados a usar o fornecimento de oxigênio de emergência, que foi completamente esgotado até o final do voo.

Um esforço heróico dos tripulantes e dos controladores terrestres conseguiu guiar a aeronave de volta para Whidbey Island, mas o piloto e o EWO sofreram ferimentos graves devido ao congelamento. A tripulação teve “bolhas severas na pele e queimaduras nas mãos”, de acordo com o relatório interno da Marinha dos EUA.

Em uma declaração, o porta-voz das Forças Aéreas Navais, Comandante Ron Flanders confirmou o incidente e disse que a Marinha estava tentando determinar a causa do incidente.

“A tripulação foi tratada ao pousar; um dos tripultantes já está de volta no estado do voo; o outro ainda não está de volta, mas esperamos que irá recuperar-se completamente ”

“O acidente está sob investigação; não posso comentar mais. Uma vez concluída a investigação, a Marinha determinará quais outras ações são necessárias”.

Falhas no ECS

Embora a falha específica do sistema de controle ambiental nesta instância não tenha sido registrada anteriormente pela Marinha, o ECS tem sido um problema persistente, pois coincide com um pico recente em PEs (Physiological Episodes – Episódios Fisiológicos) em Hornets e Growlers.

A Marinha descreve o sistema como “um agregado complexo de subcomponentes, todos os quais devem funcionar perfeitamente para que o sistema funcione como um todo”. A Marinha acredita que as partes envelhecidas e os procedimentos de teste inadequados contribuíram para certos PEs que resultam da despressurização no interior e a privação de oxigênio no cockpit.

Mas a sobrepressurização também tem sido um problema. Dois anos atrás, um piloto e o EWO ficaram horrivelmente feridos quando seu cockpit sobrepressurizou e explodiu, quebrando a carlinga de plexiglass e enviando fragmentos em todas as direções.

No geral, cerca de 25 por cento dos PEs sofridos por tripulações nos Super Hornets e nos Growlers foram rastreados como falhas no ECS, de acordo com um oficial da Marinha que falou nos bastidores. Esses números eram muito mais elevados nos Hornets antigos.

Enquanto isso, a chefe da Equipe de Ação de Episódios Fisiológicos da Marinha, Sara “Clutch” Joyner, está sendo retirada do projeto depois de menos de um ano na posição e está fazendo um trabalho no Joint Staff, criando algum alarme no Congresso. Sua substituição não foi nomeada.

Os PEs causaram estragos na comunidade da aviação. Em 2016, a Marinha teve seu pior ano em registro para PEs, incluindo um total de 125 na comunidade Growler/Hornet.

Em abril passado, os pilotos instrutores da Marinha organizaram um protesto quando sentiram que seus supervisores estavam ignorando sérios problemas de PE com a aeronave T-45 da Aviação Naval. A Marinha já fez progressos nos incidentes de PE do T-45, mas a revolta dos pilotos instrutores chamou a atenção da liderança sênior e fez a questão dos PE se tornar alvo de atenção especial.

Mas respostas definitivas sobre o que está causando o pico de PEs são evasivas e a Marinha continua explorando a questão. Joyner disse que não acredita que haja uma solução para todos os problemas de PE, mas que a Marinha tinha progredido em algumas áreas.

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