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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

EA-18G Growler voando cego e congelando: US Navy investiga pane

Um EA-18G biposto estava voando a 25.000 pés no dia 29 de janeiro, a cerca de 60 milhas ao sul de Seattle, em um voo da Estação Naval do estado de Washington, Whidbey Island, para a Naval Weapons Station, China Lake.


David B. Larter | Defense News | Poder Aéreo

WASHINGTON – A tripulação recebeu um aviso de que o sistema que controlava a temperatura do ar do cockpit e a pressão da cabine, conhecido como sistema de controle ambiental (ECS – Environmental Control System), estava congelando.


EA-18G Growler

No momento em que o voo terminou, a tripulação de elite do Air Test and Evaluation Squadron Nine estava sendo levada para tratamento médico, e mais um falha no sistema de controle ambiental do EA-18G Growler – não visto em nenhum dos episódios fisiológicos anteriores vinculados ao ECS – estava suscitando novas preocupações na luta sísifa da Marinha para impedir episódios fisiológicos (PE) de colocar os pilotos em risco no céu.

O ambiente dentro do cockpit de repente mergulhou em temperaturas que atingiram -30 graus e uma névoa tomou conta do cockpit, cobrindo os instrumentos e a carlinga com uma camada de gelo, tornando os pilotos quase completamente cegos, de acordo com várias fontes familiarizadas com o incidente e um relatório interno obtido pelo Defense News.

A neblina dentro da aeronave congelou o painel de instrumentos, forçando o piloto e o oficial de guerra eletrônica (EWO) a usar um relógio Garmin para acompanhar seu rumo e altitude, enquanto os controladores aéreos começaram a transmitir instruções à tripulação. O piloto e o EWO foram forçados a usar o fornecimento de oxigênio de emergência, que foi completamente esgotado até o final do voo.

Um esforço heróico dos tripulantes e dos controladores terrestres conseguiu guiar a aeronave de volta para Whidbey Island, mas o piloto e o EWO sofreram ferimentos graves devido ao congelamento. A tripulação teve “bolhas severas na pele e queimaduras nas mãos”, de acordo com o relatório interno da Marinha dos EUA.

Em uma declaração, o porta-voz das Forças Aéreas Navais, Comandante Ron Flanders confirmou o incidente e disse que a Marinha estava tentando determinar a causa do incidente.

“A tripulação foi tratada ao pousar; um dos tripultantes já está de volta no estado do voo; o outro ainda não está de volta, mas esperamos que irá recuperar-se completamente ”

“O acidente está sob investigação; não posso comentar mais. Uma vez concluída a investigação, a Marinha determinará quais outras ações são necessárias”.

Falhas no ECS

Embora a falha específica do sistema de controle ambiental nesta instância não tenha sido registrada anteriormente pela Marinha, o ECS tem sido um problema persistente, pois coincide com um pico recente em PEs (Physiological Episodes – Episódios Fisiológicos) em Hornets e Growlers.

A Marinha descreve o sistema como “um agregado complexo de subcomponentes, todos os quais devem funcionar perfeitamente para que o sistema funcione como um todo”. A Marinha acredita que as partes envelhecidas e os procedimentos de teste inadequados contribuíram para certos PEs que resultam da despressurização no interior e a privação de oxigênio no cockpit.

Mas a sobrepressurização também tem sido um problema. Dois anos atrás, um piloto e o EWO ficaram horrivelmente feridos quando seu cockpit sobrepressurizou e explodiu, quebrando a carlinga de plexiglass e enviando fragmentos em todas as direções.

No geral, cerca de 25 por cento dos PEs sofridos por tripulações nos Super Hornets e nos Growlers foram rastreados como falhas no ECS, de acordo com um oficial da Marinha que falou nos bastidores. Esses números eram muito mais elevados nos Hornets antigos.

Enquanto isso, a chefe da Equipe de Ação de Episódios Fisiológicos da Marinha, Sara “Clutch” Joyner, está sendo retirada do projeto depois de menos de um ano na posição e está fazendo um trabalho no Joint Staff, criando algum alarme no Congresso. Sua substituição não foi nomeada.

Os PEs causaram estragos na comunidade da aviação. Em 2016, a Marinha teve seu pior ano em registro para PEs, incluindo um total de 125 na comunidade Growler/Hornet.

Em abril passado, os pilotos instrutores da Marinha organizaram um protesto quando sentiram que seus supervisores estavam ignorando sérios problemas de PE com a aeronave T-45 da Aviação Naval. A Marinha já fez progressos nos incidentes de PE do T-45, mas a revolta dos pilotos instrutores chamou a atenção da liderança sênior e fez a questão dos PE se tornar alvo de atenção especial.

Mas respostas definitivas sobre o que está causando o pico de PEs são evasivas e a Marinha continua explorando a questão. Joyner disse que não acredita que haja uma solução para todos os problemas de PE, mas que a Marinha tinha progredido em algumas áreas.

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