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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Enquanto mundo acompanha situação em Ghouta Oriental, Damasco continua sob bombardeio

A organização não governamental (ONG) francesa SOS Chrétiens d’Orient reduziu ao mínimo sua presença na Síria para evitar o perigo para seus funcionários.


Sputnik

A Sputnik França falou com uma das voluntárias que ficou em Damasco apesar dos bombardeios. A interlocutora da agência pediu anonimato. Como revelou a voluntária, Damasco vive já durante muito tempo sob os bombardeios efetuados pelos jihadistas a partir de Ghouta. Em fevereiro ficou claro que a situação piorou abruptamente e foi deliberado fechar a representação da nossa ONG.


Amanhecer em Damasco
Amanhecer em Damasco © Foto: SANA

"Nos últimos dez dias os bombardeios aumentaram. Estamos buscando recolher testemunhos porque sabemos que os moradores de Damasco estão muito indignados. O Ocidente fala muito sobre os acontecimentos em Ghouta, que realmente está sendo fortemente atacada do ar, mas Damasco também está sendo atacada, os ataques são efetuados pelos jihadistas que estão em Ghouta. Eles atacam com foguetes, granadas de morteiro, atacam inclusive o bairro cristão de Bab Tuma, onde vivem muitas famílias refugiadas", declarou.

Segundo contou a mulher, que conheceu moradores locais, os projetis podem cair em qualquer hora e lugar, as vítimas mais frequentes são os civis. Um homem perdeu o filho de sete anos na sequência de um ataque e ele próprio ficou ferido quando fazia compras no mercado. Outro homem foi gravemente ferido enquanto ia ao funeral da sua tia, ele perdeu muito sangue e não se sabe se ele poderá voltar a andar algum dia.

A própria cidade está como se estivesse abandonada: poucas pessoas aparecem nas ruas, os lugares públicos estão vazios, os moradores simplesmente têm medo de sair de casa.

De acordo com a voluntária, os moradores de Damasco que acompanham o que escreve a mídia ocidental se sentem muito indignados. Claro que aqueles que estão em Ghouta sofrem mais, mas Damasco continua sendo atacada já por muitos meses e no Ocidente falam pouco disso.

"A final de contas eles [moradores de Damasco] pensam que seus sofrimentos passam despercebidos, talvez por motivos políticos", destacou.

Ela lembrou que um dos sírios lhe mencionou que a mídia ocidental, silenciando o que acontece aqui conosco, nos mata pela segunda vez. Muitos moradores de Damasco acompanham a mídia francesa e pensam que os políticos franceses se esqueceram deles e perguntam por que a mídia francesa não faz cobertura dos acontecimentos em Damasco, resumiu a interlocutora da Sputnik França.


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