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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Especialista militar fala sobre 'arma perfeita russa'

Novas armas hipersônicas Kinzhal (Pinhal em russo) podem ser consideradas como a "arma perfeita" e representam um avanço notável na história da arte da guerra, declarou o especialista militar Aleksei Podberezkin.


Sputnik

No seu discurso anual perante a Assembleia Federal (parlamento bicameral russo), o presidente russo Vladimir Putin afirmou que o novo sistema de mísseis hipersônicos para aviação Kinzhal já foi testado e entregue ao exército no sul do país.


Teste do novo sistema de mísseis hipersônicos para aviação Kinzhal
Míssil hipersônico russo Kinzhal lançado por um Mig 31 | Reprodução

As caraterísticas técnicas inéditas do avião portador permitem transportar o míssil ao ponto de lançamento em poucos minutos, enquanto a velocidade do míssil é dez vezes maior que a velocidade do som e ele manobra em toda trajetória do voo.

"É um sistema de alta precisão que pode destruir qualquer alvo bem protegido em qualquer território, a qualquer distância: desde um lançador a um centro de comando. É uma espécie de arma perfeita", explicou Podberezkin à Sputnik.

Segundo ele, esse sistema tem uma precisão e eficácia nunca antes vistas.

"É difícil prever as consequências de seu uso, porque no campo militar nunca antes foram desenvolvidas tecnologias tão avançadas e ainda não há meios para combatê-las", afirmou o especialista.

De acordo com ele, o novo sistema fará com que os sistemas de defesa antimísseis criados pelos EUA se tornem inúteis.

"Nem THAAD, nem Patriot, nem Aegis serão capazes de proteger desse sistema", concluiu o especialista.



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