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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Estado-Maior da Ucrânia anuncia nova operação militar em Donbass

Kiev pode começar uma operação militar em Donbass sem interromper as ações "antiterroristas", relatou Yuri Bobrov, oficial do departamento jurídico do Estado-Maior ucraniano.


Sputnik

Ele pediu para se distinguir as definições de operação militar (prevista pela lei da reintegração de Donbass) e de operação "antiterrorista".


Militares ucranianos durante treinamentos dos instrutores da OTAN
Militares ucranianos em treinamento com os da OTAN © Sputnik/ Stringer

"Essa operação foi anunciada em 2014 e, independentemente da implementação dessa lei, a decisão sobre sua extensão ou cessação será tomada pelo chefe do centro antiterrorista do Serviço de Segurança da Ucrânia", comentou Bobrov.

O representante do Estado-Maior expressou sua convicção de que "a operação antiterrorista continuará, independentemente de quando comece ou termine a operação das forças conjuntas".

Segundo Bobrov, a candidatura do comandante das forças conjuntas já está definida e logo será aprovada pelo presidente.

Em janeiro, a Suprema Rada adotou a lei sobre a reintegração de Donbass que concede ao presidente o direito de usar as forças armadas em tempo de paz para defender a soberania do país. Isso permitirá usar o exército no leste sem declarar guerra.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia acredita que a adoção da lei demonstrou definitivamente a intenção de Kiev em resolver o conflito na região de modo violento, ignorando os acordos de paz de Minsk. As repúblicas autoproclamadas também declararam que o documento dá liberdade de ação aos militares e legaliza o uso da violência contra civis.

Em abril de 2014, a Ucrânia lançou uma operação militar em Donbass, onde a rejeição de uma violenta mudança de governo em Kiev, em fevereiro do mesmo ano, deu origem à proclamação das chamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk.

De acordo com a ONU, as hostilidades causaram mais de 10.300 mortes.

Os Acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, estabelecem as diretrizes para uma solução negociada para o conflito, mas ainda não levaram a um armistício sustentável.


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