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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Estado-Maior da Ucrânia anuncia nova operação militar em Donbass

Kiev pode começar uma operação militar em Donbass sem interromper as ações "antiterroristas", relatou Yuri Bobrov, oficial do departamento jurídico do Estado-Maior ucraniano.


Sputnik

Ele pediu para se distinguir as definições de operação militar (prevista pela lei da reintegração de Donbass) e de operação "antiterrorista".


Militares ucranianos durante treinamentos dos instrutores da OTAN
Militares ucranianos em treinamento com os da OTAN © Sputnik/ Stringer

"Essa operação foi anunciada em 2014 e, independentemente da implementação dessa lei, a decisão sobre sua extensão ou cessação será tomada pelo chefe do centro antiterrorista do Serviço de Segurança da Ucrânia", comentou Bobrov.

O representante do Estado-Maior expressou sua convicção de que "a operação antiterrorista continuará, independentemente de quando comece ou termine a operação das forças conjuntas".

Segundo Bobrov, a candidatura do comandante das forças conjuntas já está definida e logo será aprovada pelo presidente.

Em janeiro, a Suprema Rada adotou a lei sobre a reintegração de Donbass que concede ao presidente o direito de usar as forças armadas em tempo de paz para defender a soberania do país. Isso permitirá usar o exército no leste sem declarar guerra.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia acredita que a adoção da lei demonstrou definitivamente a intenção de Kiev em resolver o conflito na região de modo violento, ignorando os acordos de paz de Minsk. As repúblicas autoproclamadas também declararam que o documento dá liberdade de ação aos militares e legaliza o uso da violência contra civis.

Em abril de 2014, a Ucrânia lançou uma operação militar em Donbass, onde a rejeição de uma violenta mudança de governo em Kiev, em fevereiro do mesmo ano, deu origem à proclamação das chamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk.

De acordo com a ONU, as hostilidades causaram mais de 10.300 mortes.

Os Acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, estabelecem as diretrizes para uma solução negociada para o conflito, mas ainda não levaram a um armistício sustentável.


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