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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

EUA pedem diálogo com a Rússia, revela Lavrov

Apesar do fato de que os Estados Unidos evitam o diálogo sobre a defesa de mísseis, reafirmou recentemente seu interesse na retomada das consultas sobre estabilidade estratégica com a Rússia, disse o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, nesta sexta-feira (16).


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"[Os Estados Unidos] recentemente reafirmaram mais uma vez o seu interesse na retomada das consultas sobre estabilidade estratégica com a Federação Russa", disse Lavrov aos repórteres vietnamitas e japoneses, acrescentando que a Rússia estava aberta a tais consultas.


O chanceler russo, Sergei Lavrov, em encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, em 10 de maio de 2017, na Casa Branca
Donald Trump e Sergei Lavrov © Foto: Ministério das Relações Exteriores da Rússia

A este respeito, Lavrov, que visitará o Japão entre 21 e 22 de março, onde os sistemas de defesa de mísseis balísticos dos EUA estão sendo implantados, acrescentou que Moscou informaria Tóquio do progresso das consultas com os parceiros dos EUA.

No início de março, um grupo de senadores democratas pediu ao Departamento de Estado dos EUA que retome as consultas de estabilidade estratégica com a Rússia à luz do discurso do presidente russo, Vladimir Putin, no parlamento do país, no qual ele mencionou novos tipos de armas recebidas pelas forças armadas do país.

Em 1º de março, Putin fez seu discurso anual na Assembléia Federal, que inclui o Conselho da Federação e a Duma do Estado, equivalemte à Câmara dos Deputados brasileira. O líder russo anunciou o desenvolvimento de novos tipos de armamentos, incluindo drones subaquáticos intercontinentais, mísseis de cruzeiro com propulsão nuclear e um possível míssil hipersônico, e mostraram metragem com testes dessas armas.

O presidente russo sublinhou que os esforços da Rússia para melhorar suas capacidades de defesa estavam sendo realizados sob as normas estabelecidas nos acordos internacionais existentes. Segundo Putin, a Rússia está criando sistemas avançados de armas em resposta à implantação de sistemas de defesa antimíssil dos EUA e essas armas não representam ameaça para outros estados.

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