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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

EUA realizam manobras de vigilância perto das fronteiras russas

O drone de reconhecimento norte-americano RQ-4A Global Hawk realizou uma operação de vigilância ao longo do litoral da Crimeia, comunicou o serviço de monitoramento da aviação CivMilA em sua conta no Twitter.


Sputnik

O drone de reconhecimento, com o número tático de 10-2043, decolou da base aérea da Sicília e voou ao longo do litoral da Crimeia ocidental e oriental, de acordo com o portal.


RQ-4 Global Hawk | Reprodução

Na área da cidade de Sevastopol, o drone se aproximou do litoral a uma distância de 30 quilômetros, atingindo praticamente a linha da fronteira marítima. Na área da cidade de Alupka o veículo não tripulado se aproximou à distância de 34 quilômetros.

O drone voou também ao longo na linha de contato em Donbass, além disso, por várias vezes se aproximou a uma distância de 40 a 60 quilômetros de várias regiões russas que fazem fronteira com a Ucrânia.

Anteriormente, em fevereiro, perto da fronteira ocidental russa foi registrado um avião espião norte-americano realizando manobras de reconhecimento. Tratou-se do Boeing RC-135W com número de registro 62-4134, posicionado na base britânica de Mildenhall e utilizado pela Força Aérea dos EUA. A aeronave estava cumprindo uma missão nos países bálticos quando resolveu voar ao redor do enclave russo de Kaliningrado sem deixar o espaço aéreo da Polônia e da Lituânia.

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