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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

EUA vetam documento sino-russo em apoio a processo de paz coreano no Conselho de Segurança

Os EUA não deixaram passar o projeto de declaração da China e Rússia em apoio ao progresso na resolução da situação na península coreana, informou o porta-voz da missão permanente da Rússia na ONU, Fyodor Strzhizhovsky.


Sputnik

Ele disse aos jornalistas que a delegação norte-americana bloqueou o projeto para a imprensa apresentado pela Rússia e China "em apoio ao progresso na regularização da situação na península coreana causado pelos recentes acordos relativos aos encontros entre os líderes da Coreia do Norte, EUA e Coreia do Sul ao mais alto nível".


Guarda de honra no aeroporto de Pyongyang
Militares norte-coreanos © Sputnik/ Andrei Zharov

"A decisão dos EUA de suspender os trabalhos sobre a iniciativa sino-russa sem qualquer discussão entre os membros do Conselho de Segurança da ONU coloca questões sobre as verdadeiras intenções de Washington em meio ao degelo nas relações intercoreanas", notou a missão diplomática russa.

Anteriormente, a Rússia e China propuseram a Pyongyang declarar uma moratória aos testes nucleares e lançamentos de mísseis, e a Seul e Washington — abster-se de manobras militares na região para estabilizar a situação na península, mas Washington ignorou a iniciativa.


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