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VÍDEO mostra fragata norueguesa afundando, tendo colidido após manobras da OTAN

A mídia divulgou novos vídeo e fotos da fragata norueguesa KMN Helge Ingstad, que colidiu com o navio petroleiro Sola TS junto à costa norueguesa em circunstâncias desconhecidas ao regressar das manobras da OTAN.
Sputnik

A fragata ficou com um grande rombo a estibordo atravessando a linha de água, sete marinheiros ficaram feridos. A tripulação abandonou o navio acidentado, que depois foi rebocado para águas menos profundas para evitar seu afundamento total.


Uns dias após o acidente (8), a fragata continua parcialmente acima da superfície da água, mas está completamente assente no fundo. Mais de 10 toneladas de combustível para helicópteros vazou para o mar.

Até o momento, não há nenhumas informações sobre o estado do armamento a bordo, incluindo mísseis de cruzeiro e antiaéreos, torpedos e artilharia.

O petroleiro Sola TS, por sua parte, não sofreu nenhum dano durante a colisão.

As razões do incidente estão sendo investigadas. Entre as possíveis causas estão a navegação da fragata em reg…

Exército sírio avança em reduto rebelde, em meio a fuga de milhares de civis

Segundo monitores, 14 dias de conflito em Ghouta deixaram mais de 650 mortos


Folha de S.Paulo


BEIRUTE - O ditador sírio, Bashar al-Assad, afirmou neste domingo (4) que a operação militar contra Ghouta Oriental continuará e que, paralelamente, os civis terão permissão para deixar o bastião rebelde, próximo a Damasco.

Soldados sírios comemoram captura da cidade de Nashabiyeh, no reduto rebelde de Ghouta Oriental - Ammar Safarjalani/Xinhua

A declaração desafia o cessar-fogo humanitário pedido pela Rússia entre as 9h e 14h diariamente, que os EUA qualificaram de “uma piada”.

Segundo monitores da guerra, os ataques em Ghouta já deixaram 659 mortos desde 18 de fevereiro, fazendo desta uma das mais letais ofensivas da guerra síria.

“Não há contradição entre uma trégua e as operações de combate. O progresso alcançado ontem e no dia anterior [sábado e sexta] em Ghouta pelo Exército sírio foi feito durante a trégua”, disse Assad.  
“Portanto, devemos continuar com a operação ao mesmo tempo em que abrimos caminho para que os civis fujam.”

Nos últimos dois dias, milhares de civis fugiram do avanço das forças sírias em Ghouta. Segundo um comandante da aliança, as tropas precisam avançar apenas mais alguns quilômetros para dividir o encrave em dois.

“Mais três quilômetros e pouco, e eles vão cortar Ghouta Oriental em dois”, afirmou um comandante pró-Assad.

De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos, forças do governo capturaram um quarto de Ghouta na ofensiva terrestre que começou em 27 de fevereiro, apoiada por bombardeios aéreos e de artilharia.

Um dos principais grupos rebeldes na área, Jaish al-Islam, afirmou que a “política de terra devastada” forçou rebeldes a recuar e reagrupar.

O organismo humanitário da ONU disse que 400 mil pessoas estão sob submetidas a uma “punição coletiva” ilegal sob a Convenção de Genebra.

“Em vez de uma trégua muito esperada, continuamos a ver mais combates, mais mortes e mais relatos perturbadores de fome e de hospitais sendo bombardeados. Essa punição coletiva de civis é simplesmente inaceitável”, afirmou Panos Moumtzis, coordenador humanitário regional da ONU.

A ONU afirmou ter recebido autorização para a entrada de um comboio de 46 caminhões em Douma na segunda-feira (5), levando suprimentos médicos e nutricionais para 27.500 pessoas. Uma segunda visita está prevista para a terça.

O observatório estimou que entre 300 e 400 famílias fugiram das áreas alcançadas pelas forças do governo desde sábado, especialmente da cidade de Douma.

Com a guerra entrando em seu oitavo ano, a captura de Ghouta seria uma vitória para Assad, que tem recuperado controle de áreas rebeldes com apoio militar da Rússia e do Irã.

Neste ano, a guerra escalou para diversas frentes, com o colapso do Estado Islâmico dando lugar a outros conflitos entre atores sírios e internacionais.

No norte sírio, a Turquia tem avançado contra a milícia turca YPG, em uma operação que ameaça cercar a cidade de Afrin, onde 1 milhão de pessoas vive.

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