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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Exército turco afirma ter matado 23 guerrilheiros curdos

O Exército turco informou nesta terça-feira que pelo menos 23 supostos membros do proscrito Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) foram mortos na província de Sanliurfa, no sudeste da Turquia, limítrofe com a Síria.


EFE

Em comunicado, o Estado Maior precisou que o posto militar fronteiriço de Ceylanpinar, na província de Sanliurfa, foi atacado com "mísseis e projéteis" por supostos membros do PKK, a guerrilha curda na Turquia.


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Curdos enfrentam a polícia turca em protesto contra extremistas em Sanliurfa, na Turquia | Reprodução

"Vinte e três membros do PKK foram neutralizados (mortos, abatidos ou capturados) em legítima defesa", afirma a nota militar.

O PKK, considerado terrorista não só pela Turquia, mas também pela União Europeia (UE) e os Estados Unidos, iniciou em 1984 a luta armada contra o Estado turco a favor de mais direitos para os cerca de 12 milhões de curdos que vivem no país eurasiático.

Desde então, mais de 45 mil pessoas morreram em enfrentamentos, atentados e outros incidentes violentos.



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