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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Exército turco afirma ter matado 23 guerrilheiros curdos

O Exército turco informou nesta terça-feira que pelo menos 23 supostos membros do proscrito Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) foram mortos na província de Sanliurfa, no sudeste da Turquia, limítrofe com a Síria.


EFE

Em comunicado, o Estado Maior precisou que o posto militar fronteiriço de Ceylanpinar, na província de Sanliurfa, foi atacado com "mísseis e projéteis" por supostos membros do PKK, a guerrilha curda na Turquia.


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Curdos enfrentam a polícia turca em protesto contra extremistas em Sanliurfa, na Turquia | Reprodução

"Vinte e três membros do PKK foram neutralizados (mortos, abatidos ou capturados) em legítima defesa", afirma a nota militar.

O PKK, considerado terrorista não só pela Turquia, mas também pela União Europeia (UE) e os Estados Unidos, iniciou em 1984 a luta armada contra o Estado turco a favor de mais direitos para os cerca de 12 milhões de curdos que vivem no país eurasiático.

Desde então, mais de 45 mil pessoas morreram em enfrentamentos, atentados e outros incidentes violentos.



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