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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Exército turco nega ter atacado hospital em Afrin

O comando militar turco negou nesta sexta-feira (16) a realização de um acidente aéreo mortal em um hospital na cidade curda de Afrin, que supostamente matou 11 pessoas e deixou dezenas feridas.


Sputnik

"Declarações de que o exército turco bombardeou um hospital em Afrin são falsas". "A operação Ramo de Oliveira está sendo conduzida de forma a excluir qualquer dano aos civis", disseram os militares em suas mensagens no twitter.


Tropas turcas na colina Bursayah, que separa Afrin de Azaz
Tropas turcas na Síria © AP Photo/ STR

Um médico do hospital disse anteriormente que o ataque aéreo causou sérios danos à instalação. O número de mortos subiu de 11 para 16 segundo as informações mais recentes. O ataque aconteceu menos de um dia após 30 pessoas terem sido mortas no ataque turco aéreo e de artilharia contra Afrin.

Em 20 de janeiro, a Turquia lançou a operação Ramo de Oliveira, uma ação transfronteiriça massiva, visando "limpar" a cidade síria de Afrin das Unidades de Proteção Popular curdas (YPG), que Ancara considera como um grupo terrorista e uma extensão do proibido Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) turco.

O presidente da Síria, Bashar Assad, tem condenado repetidamente a operação turca contra Afrin. Ele enfatiza que a cidade se trata de uma parte inalienável do território sírio, e critica as ações do exército da Turquia.

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