Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

FDS enviam combatentes para lutar contra tropas turcas em Afrin

As Forças Democráticas da Síria (FDS), apoiadas pelos EUA, anunciaram que estão enviando contingentes para ajudar os combatentes das Unidades de Proteção Popular (YPG) na luta contra o Exército da Turquia em Afrin.


Sputnik

"Fomos forçados a tomar uma decisão que não queríamos. Nós lamentamos, mas, hoje, tomamos a dolorosa decisão de realocar nossos combatentes da região a leste do Eufrates, na província de Deir ez-Zor, para o fronte de Afrin, para reprimir a criminosa agressão turca", disseram as FDS através de um comunicado, condenando a inércia da comunidade internacional diante das ações da Turquia. 


Combatentes pró-Turquia e tropas turcas na colina que separa Afrin da cidade turca de Azaz
Combatentes pró-Turquia e tropas turcas em Afrin, Síria © AP Photo/ STR

Tropas turcas realizam, desde o final de janeiro, uma ofensiva no norte da Síria com o objetivo de eliminar as facções armadas curdas na região, consideradas organizações terroristas por Ancara. Justamente por considerar as YPG e outros grupos curdos da Síria extremistas, as autoridades turcas se recusam a respeitar a trégua da ONU em Afrin, a qual, estabelecida através de uma resolução do Conselho de Segurança, deveria se estender por todo o território sírio, excetuando apenas as operações contra organizações como o Daesh e a Frente al-Nusra.

O governo do presidente Bashar Assad considera a operação Ramo de Oliveira, levada a cabo pela Turquia em Afrin, uma violação da soberania síria.


Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas