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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Força Aérea Indiana irá comprar 324 caças Tejas, desde que a versão Mark II atenda aos requisitos

Depois de anos de ser crítico com o caça Tejas, que ainda não está preparado para o combate 35 anos depois que o projeto Light Combat Aircraft foi aprovado pela primeira vez pelo governo, a IAF concordou em incoporar 324 dos jatos indianos a longo prazo para compensar o número de esquadrões de combate que está em rápido esgotamento.


Por Rajat Pandit | Times of India | Poder Aéreo

NEW DELHI — A IAF “comprometeu-se firmemente” com os 123 jatos Tejas, que virão a um custo superior a Rs 75,000 crore (US$ 11,5 bilhões), se os custos de desenvolvimento e de produção forem levados em consideração. Mas quer que os próximos 201 jatos Tejas Mark II sejam “caças totalmente novos” com aviônica e radares muito melhores, maior capacidade de carga de combustível e armas e motores mais poderosos, dizem as principais fontes.


LCA Tejas

O Tejas monomotor existente tem uma “endurance” limitada de apenas uma hora de voo, com um raio de ação de apenas 350-400 km e capacidade de carga de armas de 3 toneladas. Outros caças de um único motor como o sueco Gripen E e o americano F-16 têm aproximadamente o dobro da capacidade de carga de armas e triplicam a endurance.

Mas a IAF, tem apenas 31 esquadrões de combate (18 jatos em cada um), quando pelo menos 42 são necessários para enfrentar a “ameaça colusiva” da China e do Paquistão, percebe que introduzir caças estrangeiros caros “em grandes números” simplesmente não é uma opção.

Os 36 jatos Rafale, encomendados da França em setembro de 2016, por exemplo, custaram à India Rs 59,000 crore (7,87 bilhões de euros). O custo total, é claro, inclui um pacote de armas decididamente mortal, todas as peças e custos para disponibilidade de frota de 75% e “suporte logístico baseado em desempenho” por cinco anos.

“O Tejas Mark II ainda está na mesa de desenho. Mas se DRDO, Aeronautical Development Agency e Hindustan Aeronautics Ltd entregarem o caça Mark II exigido, a IAF concordou em ter um total de 18 esquadrões de Tejas “, disse uma fonte.

O movimento ocorre depois de uma série de reuniões de alto nível no South Block, com a ministra da Defesa, Nirmala Sitharaman, anunciando no início deste mês que o governo não está “abandonando” os Tejas autóctones e “colocando todas as suas energias” para garantir que o caça seja entregue a um ritmo muito mais rápido.

Apenas seis dos 20 Tejas encomendados pela IAF em sua configuração IOC (Initial Operational Clearance), o que, basicamente, significa que o caça é aeronavegável, foi entregue pela HAL até agora sob o primeiro contrato de Rs 2,813 crore contratado em março de 2006.

Outros 20 Tejas em sua FOC (Final Operational Clearance) ou configuração pronta para o combate seriam entregues até dezembro de 2016, conforme o segundo contrato de Rs 5.989 crore assinado em dezembro de 2010. Mas os Tejas receberão sua FOC apenas em junho, o mais cedo possível, com a IAF agora esperando começar a incorporar esses 20 jatos a partir de 2019.

O contrato para 83 caçasTejas Mark 1A, que custará cerca de Rs 50,000 crores, está em processo de finalização agora. Esses jatos terão 43 “melhorias” para aperfeiçoar a capacidade de manutenção, o radar AESA (sistema de varredura eletronicamente ativa) para substituir o radar de busca mecanizado, capacidade de reabastecimento em voo, mísseis BVR de longo alcance (além do alcance visual) e sistema de guerra eletrônica avançada para bloqueio de radares inimigos e mísseis. A entrega desses 83 jatos está programada para começar em 2023.

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