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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
Sputnik

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Forças pró-Assad isolam cidade sob controle de rebeldes na Síria

Estradas foram bloqueadas e a cidade de Duma, em Guta Oriental, está isolada. Região é o último reduto de rebeldes contra regime do ditador sírio


Por G1


Forças pró-governo da Síria isolaram neste sábado (10) a cidade de Duma, em Guta Oriental, atualmente uma das últimas regiões sob controle de rebeldes que lutam contra o regime do ditador Bashar Al-Assad. A informação é da ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Foto mostra homem passando por destroços em Duma, na região de Guta Oriental, na quinta-feira (8)  (Foto: Hamza Al-Ajweh / AFP)
Foto mostra homem passando por destroços em Duma, na região de Guta Oriental, na quinta-feira (8) (Foto: Hamza Al-Ajweh / AFP)

Tropas leais ao ditador, segundo a ONG, cortaram ligações da cidade de Duma com Harasta, mantendo essas duas regiões isoladas entre si. Também foram cortadas a ligação com a zona rural de Al Rihan. Houve bloqueio de estradas e de comunicações.

Um correspondente da agência France Presse em Duma confirmou que a cidade era alvo de bombardeios aéreos e ataques de artilharia neste sábado (10). As ruas estavam vazias.

Desde o 25 de fevereiro, diz a agência Efe, Guta Oriental sofre uma ofensiva terrestre do exército sírio e de seus aliados, que aumentaram seus bombardeios e disparos de artilharia em uma intensificação do conflito que já causou a morte de mil pessoas.

O conflito na Síria, iniciado em março de 2011, deixou mais de 340.000 mortos e milhões de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas, diz a France Presse.

Conflitos com mílicia curda e Turquia

Ao mesmo tempo em que ocorrem os ataques em Guta, diz a France Presse, o exército turco e grupos rebeldes sírios aliados estavam neste sábado (10) a apenas quatro quilômetros da cidade de Afrin.

A região no noroeste da Síria é reduto da milícia curda Unidades de Proteção Popular (YPG). A Turquia deseja expulsá-los de sua fronteira e, por isso, realiza uma ofensiva militar desde o dia 20 de janeiro.

Desde então, a ofensiva turca matou mais de 200 civis, segundo o ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos, o que o governo turco nega.

Mais de 370 combatentes curdos também faleceram, assim como 340 membros das forças pró-Turquia, de acordo com a ONG.

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