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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Grupo Estado Islâmico assume autoria do atentado contra xiitas em Cabul

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) assumiu, nesta sexta-feira, a autoria do ataque suicida contra a minoria xiita Hazara ocorrido no oeste de Cabul (Afeganistão), e que causou a morte de pelo menos 10 pessoas e feriu outras 18.


EFE

Em comunicado divulgado através do Telegram e cuja autenticidade não pôde ser verificada, o EI afirmou que "o irmão mártir Uzman al Jarasani se dirigiu com seu colete explosivo para um grupo de infiéis (xiitas) perto de Huseiniya".


EFE/ Hedayatullah Amid
EFE/ Hedayatullah Amid

O ataque aconteceu por volta das 11h (horário local, 3h30 de Brasília), nas proximidades de uma esplanada onde membros da Hazara lembravam o aniversário de morte do líder dessa comunidade xiita, Abdul Ali Mazari.

O comunicado do EI critica com dureza a minoria xiita e falecido líder, a quem classifica de "falso ídolo".

O porta-voz do Ministério da Saúde afegão Wahidullah Majroh indicou à Efe que até agora quatro hospitais da capital receberam os corpos de nove pessoas, além de 18 feridos.

"O suicida queria atacar a concentração, mas foi identificado pela polícia a cerca de 80 metros do local e então detonou seu colete", explicou à Efe Basir Mujahid, porta-voz da Polícia de Cabul.

Na concentração havia milhares de pessoas, incluindo representantes políticos, membros do Parlamento e do Governo para comemorar o assassinato pelas mãos dos talibãs em 1995 de Mazari, fundador do partido hazara Hezbi Wahdat.

Os membros desta minoria xiita são frequente alvo dos ataques de grupos insurgentes como os talibãs e o Estado Islâmico no Afeganistão.

Em julho de 2016, um ataque suicida do EI contra um protesto de hazaras em Cabul causou a morte de mais de 80 pessoas e ferimentos em outras 230.

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