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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Helicópteros da coalizão dos EUA teriam evacuado chefes do Daesh na Síria

Os helicópteros da coalizão internacional, liderada pelos EUA, evacuaram os líderes do grupo terrorista do Daesh (proibida na Rússia e em vários outros países) nos arredores da cidade de Qamishli, situada no nordeste da Síria, comunicou nesta segunda-feira (19) a agência estatal síria SANA, citando fontes próprias.


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De acordo com a edição, três helicópteros realizaram pouso perto da fronteira turca, levando quatro combatentes de origem iraquiana, e voaram em direção desconhecida.


Soldados sírios em Ghouta Oriental
Militares sírios em Ghouta Oriental © Sputnik/ Mikhail Alaeddin

Em dezembro, a mídia síria havia comunicado que a coalizão liderada pelos EUA presta apoio aos terroristas a deixar os territórios, onde o exército sírio reforçava sua presença.

Em particular, a agência SANA notificou que helicópteros dos EUA evacuaram os líderes do Daesh da província síria de Deir ez-Zor. Posteriormente, segundo a mídia, os combatentes se juntaram às unidades das Forças Democráticas da Síria (FDS), apoiadas por Washington.

Em novembro, helicópteros dos EUA teriam evacuado os chefes estrangeiros do Daesh da cidade síria de Al-Mayadin, duas semanas antes do início da operação de libertação da cidade pelo exército sírio.

A Rússia qualifica tais informações como sinais de uma "colaboração estreita" entre Washington com grupos armados no território sírio.

Assim, de acordo com o senador Franz Klintsevich, o Pentágono tenciona salvar os combatentes de uma "derrota total" para que eles possam continuar a guerra terrorista contra o exército sírio.

"Dá para perceber sua intenção em usá-los [terroristas] na luta contra tropas governamentais, ao juntá-los com as FDS", assinalou.


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