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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

Incidentes entre Gaza e Israel deixam 7 palestinos mortos e 500 feridos

Os incidentes e enfrentamentos registrados na fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel na manhã desta sexta-feira, no protesto denominado Grande Marcha do Retorno, convocado pelo Hamas por ocasião do Dia da Terra, resultaram na morte de sete palestinos e deixaram outros 500 feridos.


EFE

Cidade de Gaza - Cerca de 17 mil pessoas se aproximaram da cerca divisória em pontos da Faixa de Gaza, e o exército israelense respondeu com bombas de gás lacrimogêneo e outros meios de dispersão, e também com munição real contra os que se aproximam da cerca além do permitido.


Palestinos transportam uma das vítimas dos enfrentamentos desta sexta-feira (30). EFE/Mohammed Saber
Palestinos transportam uma das vítimas dos enfrentamentos desta sexta-feira (30). EFE/Mohammed Saber

Segundo confirmou à Agência Efe o porta-voz do Ministério da Saúde do Hamas em Gaza, Ashraf al Qedra, soldados israelenses atiraram durante a manhã contra dois camponeses que transitavam em suas terras perto da fronteira no sudeste da cidade de Khan Yunis, sendo que um deles, de 27 anos, morreu e o outro ficou ferido.

Mais tarde, após o início das manifestações que reuniram milhares de pessoas que seguiram a pé rumo a seis pontos da fronteira, outros seis palestinos morreram e por volta de 500 ficaram feridos por fogo israelense em confrontos violentos, de acordo com Qedra.

Segundo relataram à Efe algumas testemunhas, vários jovens palestinos atiraram pedras contra soldados israelenses, que responderam com gás lacrimogêneo para dispersar os milhares de homens, mulheres e crianças que compareceram a seis pontos da divisa com bandeiras palestinas em resposta ao chamado do movimento Hamas para uma participação maciça nas marchas de hoje.

O evento de protesto coincide com o Dia da Terra, no qual os palestinos lembram a morte de seis árabes-israelenses na Galileia, no norte de Israel, em 1976 em protestos contra o confisco de terras.

O movimento islamita Hamas pediu à população de Gaza que fizesse um protesto sentado e com acampamentos até 15 de maio, dia da Nakba (Catástrofe), no qual os palestinos lembram o êxodo provocado pela criação de Israel em 1948.

O exército israelense afirmou em comunicado que "17 mil palestinos se manifestam violentamente em cinco localidades diferentes da Faixa de Gaza. Os manifestantes estão atirando pneus incendiados, coquetéis molotov e pedras contra a cerca de segurança", enquanto as tropas do exército "respondem com meios de dispersão e atirando contra os principais instigadores".

"Com um reforço em suas tropas, o exército israelense está preparado para responder às manifestações violentas programadas em toda a Faixa de Gaza, se for necessário" diz a nota, na qual as forças israelenses acrescentaram que "a organização terrorista Hamas põe em risco as vidas das pessoas de Gaza e as utiliza par camuflar suas atividades terroristas".

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