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VÍDEO mostra fragata norueguesa afundando, tendo colidido após manobras da OTAN

A mídia divulgou novos vídeo e fotos da fragata norueguesa KMN Helge Ingstad, que colidiu com o navio petroleiro Sola TS junto à costa norueguesa em circunstâncias desconhecidas ao regressar das manobras da OTAN.
Sputnik

A fragata ficou com um grande rombo a estibordo atravessando a linha de água, sete marinheiros ficaram feridos. A tripulação abandonou o navio acidentado, que depois foi rebocado para águas menos profundas para evitar seu afundamento total.


Uns dias após o acidente (8), a fragata continua parcialmente acima da superfície da água, mas está completamente assente no fundo. Mais de 10 toneladas de combustível para helicópteros vazou para o mar.

Até o momento, não há nenhumas informações sobre o estado do armamento a bordo, incluindo mísseis de cruzeiro e antiaéreos, torpedos e artilharia.

O petroleiro Sola TS, por sua parte, não sofreu nenhum dano durante a colisão.

As razões do incidente estão sendo investigadas. Entre as possíveis causas estão a navegação da fragata em reg…

Irã diz que negociaria sobre mísseis se EUA e Europa destruírem os seus

O porta-voz das Forças Armadas iranianas, o general Masud Jazayeri, declarou que o Irã estaria disposto a negociar seu controverso programa de mísseis se os Estados Unidos e a Europa destruírem seu armamento similar.


EFE

"A condição para negociar sobre os nossos mísseis é a destruição das armas nucleares e dos mísseis de longo alcance dos Estados Unidos e da Europa", disse Jazayeri, segundo a imprensa iraniana.


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Lançamento de míssil Fateh, do Irã © AFP 2018/ ARASH KHAMOUSHI / ISNA NEWS AGENCY

O porta-voz militar apontou que a intenção de Washington de limitar as capacidades balísticas do Irã é "uma ambição inatingível que indica seu fracasso na região".

Os EUA exigiram que Teerã limite seus programas armamentísticos como condição para permanecer no acordo nuclear, assinado em 2015 entre Irã e Grupo 5+1 (EUA, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha).

Vários países europeus, entre eles a França, expressaram temor pelos mísseis balísticos e pelo envolvimento do Irã em vários conflitos regionais, como o da Síria e o do Iêmen.

Às capacidades defensivas do Irã e à posição da França, cujo ministro de Assuntos Exteriores, Jean-Yves Le Drian, viaja amanhã a Teerã, se referiu ontem o influente responsável iraniano Ali Akbar Velayati.

"Se a visita do ministro francês está destinada à consolidação das relações (bilaterais), é melhor que evite adotar estas posturas negativas", disse o assessor do líder supremo iraniano, Ali Khamenei.

Le Drian denunciou em janeiro a "influência militar devastadora" do Irã no Oriente Médio e pediu que o país persa coopere nos assuntos militares que preocupam o Ocidente.

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