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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
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Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Irã é capaz de produzir urânio enriquecido em 2 dias caso EUA abandonem acordo nuclear

O Irã é capaz de produzir urânio enriquecido em menos de dois dias caso os EUA abandonem o acordo nuclear alcançado em 2015 entre Teerã e seis países ocidentais, declarou Behrouz Kamalvandi, porta-voz da organização de Energia Atômica do Irã.


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"Se os EUA saírem do acordo, o Irã pode retomar o enriquecimento de 20% de seu urânio em menos de dois dias, disse Behrouz Kamalvandi, citado pela Reuters.


Míssil de médio alcance Zelzal é apresentado em parada militar no Irã
Míssil de médio alcance iraniano Zelzal © AFP 2018/ Str

O porta-voz afirmou que o acordo não é negociável, como a administração de Donald Trump está exigindo. Os outros países que firmaram o acordo, a Alemanha, o Reino Unido, a França, a Rússia e a China, comprometeram-se a preservar o acordo.

Com a assinatura do documento, o Irã parou com o desenvolvimento de urânio enriquecido para usá-lo apenas para fins pacíficos em troca do levantamento das sanções econômicas.

Washington, por sua vez, continua insistindo em alterar o documento, ameaçando que, se isso não acontecer, sairá do acordo.

Segundo o vice-presidente dos EUA, Michael Pence, Teerã continua desenvolvendo mísseis balísticos, além de apoiar terroristas.

Pence sublinhou que o presidente norte-americano, Donald Trump, não voltou a introduzir sanções contra o Irã a fim de resolver os problemas em torno do acordo nuclear, mas que Washington não pretende fazer mais concessões no futuro.

"Não se enganem, é a última chance deles. Se o acordo nuclear iraniano não for alterado nos próximos meses, os Estados Unidos sairão do acordo imediatamente", declarou Pence citado por The Times of Israel.

Recentemente, a Agência Internacional de Energia Atômica confirmou que o Irã cumpriu as suas obrigações estabelecidas no acordo nuclear. O chanceler do país, Mohammad Javad Zarif, por sua parte, acusou as potências ocidentais e, em particular, os EUA de violarem o Plano de Ação Conjunto Global.


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