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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Irã é capaz de produzir urânio enriquecido em 2 dias caso EUA abandonem acordo nuclear

O Irã é capaz de produzir urânio enriquecido em menos de dois dias caso os EUA abandonem o acordo nuclear alcançado em 2015 entre Teerã e seis países ocidentais, declarou Behrouz Kamalvandi, porta-voz da organização de Energia Atômica do Irã.


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"Se os EUA saírem do acordo, o Irã pode retomar o enriquecimento de 20% de seu urânio em menos de dois dias, disse Behrouz Kamalvandi, citado pela Reuters.


Míssil de médio alcance Zelzal é apresentado em parada militar no Irã
Míssil de médio alcance iraniano Zelzal © AFP 2018/ Str

O porta-voz afirmou que o acordo não é negociável, como a administração de Donald Trump está exigindo. Os outros países que firmaram o acordo, a Alemanha, o Reino Unido, a França, a Rússia e a China, comprometeram-se a preservar o acordo.

Com a assinatura do documento, o Irã parou com o desenvolvimento de urânio enriquecido para usá-lo apenas para fins pacíficos em troca do levantamento das sanções econômicas.

Washington, por sua vez, continua insistindo em alterar o documento, ameaçando que, se isso não acontecer, sairá do acordo.

Segundo o vice-presidente dos EUA, Michael Pence, Teerã continua desenvolvendo mísseis balísticos, além de apoiar terroristas.

Pence sublinhou que o presidente norte-americano, Donald Trump, não voltou a introduzir sanções contra o Irã a fim de resolver os problemas em torno do acordo nuclear, mas que Washington não pretende fazer mais concessões no futuro.

"Não se enganem, é a última chance deles. Se o acordo nuclear iraniano não for alterado nos próximos meses, os Estados Unidos sairão do acordo imediatamente", declarou Pence citado por The Times of Israel.

Recentemente, a Agência Internacional de Energia Atômica confirmou que o Irã cumpriu as suas obrigações estabelecidas no acordo nuclear. O chanceler do país, Mohammad Javad Zarif, por sua parte, acusou as potências ocidentais e, em particular, os EUA de violarem o Plano de Ação Conjunto Global.


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