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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Israel admite ter atacado suposto reator sírio em 2007

Ataque foi realizado pela pela Força Aérea na noite do dia 5 para 6 de setembro de 2007.


France Presse


Israel admitiu nesta quarta-feira (21) que atacou e destruiu, em 2007, um suposto reator nuclear secreto da Síria, em uma operação aérea relâmpago contra o país vizinho.

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Fotos de satélite mostram local da Síria antes e depois do bombardeio israelense (AP Photo/DigitalGlobe)

"Durante a noite do dia 5 para 6 de setembro de 2007, aviões da força aérea israelense atingiram e destruíram um reator nuclear sírio em desenvolvimento. O reator estava a ponto de ser concluído. A operação permitiu suprimir uma ameaça emergente para Israel e toda a região", diz comunicado do governo.

Não havia muitas dúvidas sobre a participação de Israel no ataque contra a usina de Al Kibar, na província oriental de Deir Ezzor, mas é a primeira vez que o país assume abertamente a responsabilidade pelo ataque.

O reconhecimento coincide com a multiplicação das advertências por parte de Israel contra o reforço da presença militar iraniana na Síria em guerra e os apelos para se anular o acordo sobre o programa nuclear do Irã, firmado entre as grandes potências e Teerã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um prazo até 12 de maio aos europeus para que corrijam os "defeitos" deste acordo firmado em 2015.

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