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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Israel tem de expulsar 450 idosos saídos da URSS para as obras da embaixada dos EUA em Jerusalém

As autoridades israelenses vão precisar deslocar cerca de 450 imigrantes da União Soviética, muitos dos quais estão na faixa dos seus 80 anos, de um terreno para facilitar a construção da nova embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém. E não há solução à vista.


Sputnik

O terreno no bairro predominantemente judeu de Arnona, em Jerusalém, pertence aos EUA e atualmente abriga um consulado americano, que em breve será promovido a status de embaixada. Isso está programado para acontecer em 14 de maio, coincidindo com o 70º aniversário da declaração de independência de Israel, embora a burocracia possa forçar um adiamento, segundo a mídia local.


Embaixada dos EUA em Tel Aviv (foto de arquivo)
Embaixada dos EUA em Tel Aviv, Israel © REUTERS/ Baz Ratner

Enquanto o composto consular, que abriu em 2010, está entre as instalações diplomáticas americanas mais seguras em Israel, é muito pequeno para servir como a embaixada fortificada de pleno direito que os EUA querem que seja. O trabalho de construção necessário para mudar isso envolveria o deslocamento de 450 moradores que vivem há décadas no Hotel Diplomat, que foi comprado pelos EUA em 2014 e alugado para abrigar imigrantes idosos da antiga União Soviética.

De acordo com o site do Parlamento israelense, as autoridades não têm ideia sobre como fazer isso, tendo ocorrido recentemente um acalorado debate sobre o destino desses moradores em uma reunião do Comitê de Imigração. "Não podemos deixá-los em suspense, preocupação e medo do que será seu futuro e para onde serão transferidos", disse o presidente do comitê, Avraham Neguise.

Uma solução é esperada do Ministério da Imigração e da Integração, que supervisiona a repatriação de judeus étnicos para Israel e administra o hotel. O diretor-geral Alex Kushner prometeu apresentar propostas há três meses, mas das três alternativas que ele ofereceu durante a reunião, duas são impraticáveis, de acordo com a integrante da comissão Ksenia Svetlova. Ela disse que não havia nenhum plano de ação para o desenvolvimento de acomodações alternativas para os residentes do Hotel Diplomat.

"O direito a um teto sobre nossas cabeças é um direito básico. Perdemos muito tempo, mas não vamos esperar mais. A questão do Hotel Diplomat e seus inquilinos deve ser resolvida imediatamente", disse ela.

O atual plano dos EUA é que o hotel se torne parte de seu órgão diplomático em junho de 2020. O presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu Jerusalém como a capital de Israel em dezembro passado, provocando indignação entre críticos e aliados norte-americanos.

Israel capturou a parte predominantemente árabe de Jerusalém da Jordânia durante a guerra de 1967 e anexou-a em um movimento que não é reconhecido internacionalmente. A decisão de Trump anulou essa rejeição e minou uma possível solução de dois Estados para o conflito entre israelenses e palestinos.

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