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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Jane’s: EB vai receber quatro aviões C-23 Sherpa excedentes do Exército dos EUA

O Jane’s noticiou em 13 de março que o Brasil deve receber quatro aeronaves de transporte tático Shorts C-23B+ Sherpa que estão sendo vendidas pelo Exército dos EUA como Artigos Excedentes de Defesa (EDAs).


Forças Terrestres

Sob a planejada venda, anunciada pelo Comando de Aviação e Mísseis do Exército dos Estados Unidos (AMCOM) em 13 de março, as aeronaves bimotor de transporte serão transferidas para o Exército Brasileiro (EB) do depósito de aviões da Base da Força Aérea de Davis Monthan (AFB) no Arizona.

C-23 Sherpa

Conforme observado na solicitação feita pela fonte para a proposta de venda, os Sherpas seriam primeiro devolvidos a uma condição de aeronavegabilidade e teriam seus cockpits atualizados antes da entrega do Grupo de Manutenção e Regeneração de Aeronaves (AMARG). Esta atualização incluirá vários aprimoramentos, incluindo iluminação compatível com óculos de visão noturna (NVG); um piloto automático; Sistema de Aviso de Evitar o Terreno (TAWS/GPWS); Alerta de Tráfego e Sistema de Prevenção de Colisão (TCAS); um transponder civil; e radar meteorológico.

As quatro aeronaves C-23B+ identificadas como 93-1321 / SH3405 / AK05, 93-1334 / SH3418 / AK18, 93-1335 / SH3419 / AK19 e 94-0310 / SH3424 / AK24 – foram armazenadas há três ou quatro anos. O Brasil solicitou que eles sejam entregues não antes do primeiro trimestre do ano-calendário de 2021.

Além de preparar e entregar a aeronave, a empresa selecionada fornecerá treinamento aéreo e de de solo, que deve ser realizado antes da entrega da aeronave ao 4º Batalhão de Aviação do Exército, localizado em Manaus. Uma vez em serviço, o Brasil estipulou que a aeronave voe 200 horas por mês, ou cerca de 67 horas por aeronave, considerando que três aeronaves têm capacidade total para missões e uma aeronave não será capaz de missão devido ao cronograma ou manutenção não programada. Uma taxa de 75% de capacidade de missão é desejada, e o suporte no país por um período de cinco anos também é solicitado.

O contrato antecipado é de preço fixo firme, disse o Exército dos EUA, com as partes interessadas tendo até 16h da hora local de 12 de abril para responder.

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