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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Lavrov: EUA interferem em outros países por ambições 'neo-imperialistas'

A crítica feita pelo secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, na Etiópia sobre a política da China na África é inapropriada, disse o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov. Do Zimbábue, Lavrov criticou os EUA por interferirem nos assuntos de outros países, buscando ambições neo-imperialistas.


Sputnik

"Eu não sabia que Rex Tillerson é especialista em relações chinês-americanas", disse Lavrov depois de se encontrar com o presidente Emmerson Mnangagwa em Harare. Ele acrescentou que "não é exatamente apropriado" para Tillerson falar sobre as relações da África com outros países, enquanto convidado dos africanos — especialmente de uma maneira tão "negativa".


Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante reunião com o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, nas margens da cúpula da ASEAN em Manila
Sergei Lavrov © Sputnik/ Vitaliy Belousov

Lavrov fez sua declaração quase ao mesmo tempo em que seu colega americano estava a cerca de 3.000 km mais ao norte — onde ele alertou os africanos sobre a influência da China. Tillerson pediu aos países africanos que avaliem cuidadosamente os benefícios dos empréstimos chineses em uma coletiva de imprensa na capital etíope, Addis Abeba, durante sua primeira viagem diplomática ao continente.

"Não estamos de forma alguma tentando manter dólares chineses fora da África", afirmou.

Ao interferir nos assuntos internos de outras nações, os EUA parecem estar perseguindo ambições "neo-imperialistas", disse Lavrov. "Nós não compartilhamos essa abordagem. Considero isso ‘neo-imperialista’. E nunca seguiremos essas políticas", acrescentou.

Lavrov acrescentou que a Rússia "nunca interferiu nos assuntos de outros países, apesar de Washington e outros países ocidentais reivindicarem o contrário diariamente". Ele ainda ressaltou que "nenhum fato disso foi apresentado" por quem acusa Moscou.

Entretanto, o ministro russo negou as afirmações do Departamento de Estado dos EUA sobre a ausência de discussões EUA-Rússia sobre um possível encontro entre ele e o secretário de Estado norte-americano.

"Eu não queria fazer um comentário sobre este assunto, mas hoje o Departamento de Estado dos EUA afirmou que não houve discussões sobre a nossa possível reunião com [Tillerson]. Posso dizer que isso é falso", concluiu.

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