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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Lavrov: EUA interferem em outros países por ambições 'neo-imperialistas'

A crítica feita pelo secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, na Etiópia sobre a política da China na África é inapropriada, disse o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov. Do Zimbábue, Lavrov criticou os EUA por interferirem nos assuntos de outros países, buscando ambições neo-imperialistas.


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"Eu não sabia que Rex Tillerson é especialista em relações chinês-americanas", disse Lavrov depois de se encontrar com o presidente Emmerson Mnangagwa em Harare. Ele acrescentou que "não é exatamente apropriado" para Tillerson falar sobre as relações da África com outros países, enquanto convidado dos africanos — especialmente de uma maneira tão "negativa".


Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante reunião com o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, nas margens da cúpula da ASEAN em Manila
Sergei Lavrov © Sputnik/ Vitaliy Belousov

Lavrov fez sua declaração quase ao mesmo tempo em que seu colega americano estava a cerca de 3.000 km mais ao norte — onde ele alertou os africanos sobre a influência da China. Tillerson pediu aos países africanos que avaliem cuidadosamente os benefícios dos empréstimos chineses em uma coletiva de imprensa na capital etíope, Addis Abeba, durante sua primeira viagem diplomática ao continente.

"Não estamos de forma alguma tentando manter dólares chineses fora da África", afirmou.

Ao interferir nos assuntos internos de outras nações, os EUA parecem estar perseguindo ambições "neo-imperialistas", disse Lavrov. "Nós não compartilhamos essa abordagem. Considero isso ‘neo-imperialista’. E nunca seguiremos essas políticas", acrescentou.

Lavrov acrescentou que a Rússia "nunca interferiu nos assuntos de outros países, apesar de Washington e outros países ocidentais reivindicarem o contrário diariamente". Ele ainda ressaltou que "nenhum fato disso foi apresentado" por quem acusa Moscou.

Entretanto, o ministro russo negou as afirmações do Departamento de Estado dos EUA sobre a ausência de discussões EUA-Rússia sobre um possível encontro entre ele e o secretário de Estado norte-americano.

"Eu não queria fazer um comentário sobre este assunto, mas hoje o Departamento de Estado dos EUA afirmou que não houve discussões sobre a nossa possível reunião com [Tillerson]. Posso dizer que isso é falso", concluiu.

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