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Pentágono nega que avião russo tenha 'expulsado' bombardeiro americano do Báltico

O Pentágono não concorda que o bombardeiro estratégico norte-americano B-52H tenha sido expulso por um caça russo Su-27 sobre o mar Báltico, comunicou à Sputnik o representante da entidade militar americana Eric Pahon.
Sputnik

"O avião da Força Aérea dos EUA B-52H realizava operações rotineiras no espaço aéreo internacional segundo o princípio da liberdade de navegação e de voo. Em 20 de março, o B-52H teve um encontro ordinário com um Su-27 russo que efetuava operações sobre o mar Báltico", esclareceu o porta-voz do Pentágono.

Pahon acrescentou que o Su-27 não expulsou o B-52H, que conseguiu completar a sua missão.

Na véspera, o Ministério da Defesa da Rússia publicou um vídeo de caças russos escoltando um bombardeiro estratégico americano Boeing B-52H sobre as águas neutras do mar Báltico. Segundo o comunicado, dois caças Su-27 levantaram voo para identificar e acompanhar a aeronave dos EUA.

De acordo com o Ministério, após o B-52H ter mudado de trajetória, distanciando-se da f…

Mais violência: exército de Israel mata palestino em confronto na Cisjordânia

Um homem palestino foi morto a tiros por soldados israelenses neste sábado, após um confronto com colonos judeus perto da cidade de Nablus, na Cisjordânia, disseram médicos e fontes de segurança.


Sputnik

Fontes de segurança palestinas afirmaram que o conflito foi iniciado pelos colonos, após o qual o Exército interveio e atirou contra um grupo de palestinos.


Manifestantes palestinos entram em confronto com soldados israelenses em Hebron, na Cisjordânia
Palestinos em confronto com militares israelenses em Hebron, Cisjordânia © REUTERS/ Mussa Qawasma

O Crescente Vermelho Palestino identificou o homem morto como Imayyer Shehadeh, de 22 anos, da cidade de Urif, acrescentando que pelo menos uma outra pessoa foi ferida.

O Exército israelense não fez nenhum comentário imediato sobre o assunto.

Na sexta-feira, um palestino foi morto pelo fogo israelense na cidade de Hebron, na Cisjordânia, e pelo menos outros quatro ficaram feridos em confrontos ao longo da fronteira de Gaza com Israel.

As tensões aumentaram na região desde o reconhecimento feito em dezembro pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apontando Jerusalém como capital de Israel — uma decisão que enfureceu os palestinos.

Israel apreendeu principalmente Jerusalém oriental árabe na Guerra dos Seis Dias de 1967 e depois anexou-a em um movimento nunca reconhecido pela comunidade internacional.

Pelo menos 31 palestinos e dois israelenses foram mortos desde o anúncio de Trump.

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