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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Mais violência: exército de Israel mata palestino em confronto na Cisjordânia

Um homem palestino foi morto a tiros por soldados israelenses neste sábado, após um confronto com colonos judeus perto da cidade de Nablus, na Cisjordânia, disseram médicos e fontes de segurança.


Sputnik

Fontes de segurança palestinas afirmaram que o conflito foi iniciado pelos colonos, após o qual o Exército interveio e atirou contra um grupo de palestinos.


Manifestantes palestinos entram em confronto com soldados israelenses em Hebron, na Cisjordânia
Palestinos em confronto com militares israelenses em Hebron, Cisjordânia © REUTERS/ Mussa Qawasma

O Crescente Vermelho Palestino identificou o homem morto como Imayyer Shehadeh, de 22 anos, da cidade de Urif, acrescentando que pelo menos uma outra pessoa foi ferida.

O Exército israelense não fez nenhum comentário imediato sobre o assunto.

Na sexta-feira, um palestino foi morto pelo fogo israelense na cidade de Hebron, na Cisjordânia, e pelo menos outros quatro ficaram feridos em confrontos ao longo da fronteira de Gaza com Israel.

As tensões aumentaram na região desde o reconhecimento feito em dezembro pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apontando Jerusalém como capital de Israel — uma decisão que enfureceu os palestinos.

Israel apreendeu principalmente Jerusalém oriental árabe na Guerra dos Seis Dias de 1967 e depois anexou-a em um movimento nunca reconhecido pela comunidade internacional.

Pelo menos 31 palestinos e dois israelenses foram mortos desde o anúncio de Trump.

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