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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Mais violência: exército de Israel mata palestino em confronto na Cisjordânia

Um homem palestino foi morto a tiros por soldados israelenses neste sábado, após um confronto com colonos judeus perto da cidade de Nablus, na Cisjordânia, disseram médicos e fontes de segurança.


Sputnik

Fontes de segurança palestinas afirmaram que o conflito foi iniciado pelos colonos, após o qual o Exército interveio e atirou contra um grupo de palestinos.


Manifestantes palestinos entram em confronto com soldados israelenses em Hebron, na Cisjordânia
Palestinos em confronto com militares israelenses em Hebron, Cisjordânia © REUTERS/ Mussa Qawasma

O Crescente Vermelho Palestino identificou o homem morto como Imayyer Shehadeh, de 22 anos, da cidade de Urif, acrescentando que pelo menos uma outra pessoa foi ferida.

O Exército israelense não fez nenhum comentário imediato sobre o assunto.

Na sexta-feira, um palestino foi morto pelo fogo israelense na cidade de Hebron, na Cisjordânia, e pelo menos outros quatro ficaram feridos em confrontos ao longo da fronteira de Gaza com Israel.

As tensões aumentaram na região desde o reconhecimento feito em dezembro pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apontando Jerusalém como capital de Israel — uma decisão que enfureceu os palestinos.

Israel apreendeu principalmente Jerusalém oriental árabe na Guerra dos Seis Dias de 1967 e depois anexou-a em um movimento nunca reconhecido pela comunidade internacional.

Pelo menos 31 palestinos e dois israelenses foram mortos desde o anúncio de Trump.

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