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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Ministério da Defesa russo: EUA impedem Damasco de recuperar territórios no leste da Síria

Os destacamentos do exército norte-americano que estão no leste da província síria de Deir ez-Zor impedem que as autoridades sírias recuperam estas terras, declarou o Ministério da Defesa da Rússia.


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"Uma direção importante do trabalho das autoridades sírias é devolver às pessoas as áreas orientais da província de Deir ez-Zor que são controladas por grupos pró-americanos das assim chamadas Forças Democráticas da Síria (FDS). Os destacamentos do exército dos EUA que estão na área reagem à recuperação por parte das instituições governamentais sírias", diz o comunicado do ministério russo.


Militante das FDS perto de deir ez-Zor, foto de arquivo
Militante das FDS com veículo norte-americano em Deir ez-Zor © REUTERS/ Rodi Said

Como destacou a entidade militar russa, os sírios não podem voltar à margem oriental do rio Eufrates devido a ausência de passagens, destruídas pela coalizão liderada pelos EUA.

Para além disso, o Ministério da Defesa russo acusou os EUA de terem impedido a entrada de organizações humanitárias e missões da ONU em Raqqa para avaliar escala da catástrofe humanitária.

"Debaixo dos destroços estão milhares de corpos de civis e militantes mortos nos bombardeiros da coalizão dos EUA. Os corpos não foram retirados e estão em estado de decomposição. Na cidade foram registrados surtos de doenças infeciosas que, com chegada do calor, podem resultar em epidemias", sublinharam no Ministério da Defesa.

Mais cedo o representante oficial do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, havia declarado que as áreas da Síria controlados pela coalizão dos EUA e destacamentos de grupos armados chefiados por esta, estão em difícil situação humanitária enquanto os próprios bairros viraram "buracos negros", cujo estado "não é de maneira nenhuma transparente nem para o governo sírio, nem para os observadores estrangeiros".


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