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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Ministro japonês admite estudo do uso de caças F-35B em porta-helicópteros

O ministro da Defesa do Japão, Itsunori Onodera, deixou cair com uma bomba em 2 de março a notícia de que autorizou estudos sobre se os aviões de combate avançados e furtivos F-35B podem ser empregados no porta-helicópteros Izumo da Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF).


Por Ryo Aibara | 
The Asahi Shimbun | Poder Naval

Essa atividade passaria perante o artigo 9 da Constituição, que renuncia à guerra e que proíbe o Japão de manter mais do que o mínimo para se proteger.


Destróier porta-helicópteros Izumo DDH-183

Consciente das ramificações políticas de seu comentário na sessão do Comitê de Orçamento da Câmara Alta, Onodera acrescentou: “Ainda não foi tomada uma decisão sobre se o F-35B será efetivamente empregado no Izumo”.

O Izumo é o maior navio da frota da JMSDF e qualquer mudança para transformá-lo em um porta-aviões enfrentaria um alvoroço dos partidos da oposição.

Akira Koike, do Partido Comunista Japonês, chamou o comentário de Onodera de “uma importante admissão” à luz da recusa do governo no passado de possuir um porta-aviões devido à postura exclusivamente defensiva da nação.

“Mas ele (Onodera) está agora dizendo que consideração está sendo dada para mudar fundamentalmente a postura da nação”, disse Koike.

O F-35B fabricado pelos EUA é o avião de combate furtivo mais avançado e, ao contrário do F-35A agora usado pela AJSDF (Força Aérea de Autodefesa do Japão), pode decolar de uma pista curta e também pousar verticalmente como um helicóptero.

Na sessão do Comitê Orçamentário da Câmara Alta, Onodera disse: “No que diz respeito ao Izumo, estudos foram conduzidos sobre as quais aeronaves poderiam decolar e pousar. O avião mais representativo é o F-35B. O estudo é destinado a acumular informações fundamentais, independentemente da conclusão alcançada no futuro”.

Mas ele não declarou se a Constituição proibia a posse de um porta-aviões. Ele só disse que os porta-aviões de “ataque” que têm muitas aeronaves capazes de poder destrutivo extremo ou capacidades de ataque terrestre não seriam permitidos.


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