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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Míssil de cruzeiro brasileiro caminha para se tornar operacional até 2020

A retomada dos vôos de teste do Míssil Tático AV-TM (MTC-300) pela Avibrás marca a entrada do armamento – o primeiro míssil brasileiro de cruzeiro – na sua fase final, com as primeiras entregas às Forças Armadas brasileiras previstas para 2020.


Sputnik

Reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo revela que o míssil, com alcance de 300 quilômetros e precisão na escala de 50 metros, é o vetor mais sofisticado do desenvolvimento do programa Astros 2020, que trata da sexta geração de um sistema lançador múltiplo de foguetes de artilharia criado há 35 anos.


Míssil Tático AV-TM (MTC-300), o primeiro míssil brasileiro de cruzeiro
O primeiro míssil de cruzeiro brasileiro AV-TM (MTC-300) © Foto: Divulgação / Avibrás

O armamento pode levar até 200 quilos de explosivos e pode, por exemplo, "comprometer o funcionamento de uma refinaria de petróleo de grande porte", segundo afirmou à publicação uma fonte militar.

"O míssil expande a capacidade de dissuasão do país e confere ao Exército apoio de fogo de longo alcance com elevados índices de precisão e letalidade, porém com mínimos danos colaterais", explicou a mesma fonte.

Com um motor que usa combustível sólido, o míssil de cruzeiro brasileiro é subsônico e se porta como uma pequena aeronave, com asas retráteis que se abrem depois do disparo partir do casulo transportado por uma carreta. O MTC-300 já participou de 16 voos de teste até aqui.

Após 13 anos de aperfeiçoamento, o míssil ainda tem de passar por mais quatro fases antes da entrega. Segundo o jornal, o mercado para o MTC-300 é grande no exterior, com um potencial de negócios entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3,5 bilhões. Clientes conhecidos de armas brasileiras, Arábia Saudita, Malásia e Qatar aparecem como possíveis interessados no míssil.

O programa do MTC-300, cujo investimento estimado é de R$ 2,45 bilhões, prevê ainda o desenvolvimento e entrega do novo foguete guiado SS40G, de cujo raio de ação chega a 45 quilômetros.

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