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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Míssil de cruzeiro brasileiro caminha para se tornar operacional até 2020

A retomada dos vôos de teste do Míssil Tático AV-TM (MTC-300) pela Avibrás marca a entrada do armamento – o primeiro míssil brasileiro de cruzeiro – na sua fase final, com as primeiras entregas às Forças Armadas brasileiras previstas para 2020.


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Reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo revela que o míssil, com alcance de 300 quilômetros e precisão na escala de 50 metros, é o vetor mais sofisticado do desenvolvimento do programa Astros 2020, que trata da sexta geração de um sistema lançador múltiplo de foguetes de artilharia criado há 35 anos.


Míssil Tático AV-TM (MTC-300), o primeiro míssil brasileiro de cruzeiro
O primeiro míssil de cruzeiro brasileiro AV-TM (MTC-300) © Foto: Divulgação / Avibrás

O armamento pode levar até 200 quilos de explosivos e pode, por exemplo, "comprometer o funcionamento de uma refinaria de petróleo de grande porte", segundo afirmou à publicação uma fonte militar.

"O míssil expande a capacidade de dissuasão do país e confere ao Exército apoio de fogo de longo alcance com elevados índices de precisão e letalidade, porém com mínimos danos colaterais", explicou a mesma fonte.

Com um motor que usa combustível sólido, o míssil de cruzeiro brasileiro é subsônico e se porta como uma pequena aeronave, com asas retráteis que se abrem depois do disparo partir do casulo transportado por uma carreta. O MTC-300 já participou de 16 voos de teste até aqui.

Após 13 anos de aperfeiçoamento, o míssil ainda tem de passar por mais quatro fases antes da entrega. Segundo o jornal, o mercado para o MTC-300 é grande no exterior, com um potencial de negócios entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3,5 bilhões. Clientes conhecidos de armas brasileiras, Arábia Saudita, Malásia e Qatar aparecem como possíveis interessados no míssil.

O programa do MTC-300, cujo investimento estimado é de R$ 2,45 bilhões, prevê ainda o desenvolvimento e entrega do novo foguete guiado SS40G, de cujo raio de ação chega a 45 quilômetros.

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