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Estratégia de defesa antimísseis dos EUA: Coreia do Norte é 'ameaça extraordinária'

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve anunciar uma estratégia de defesa antimísseis renovada nesta quinta-feira, na qual A Coreia do Norte é classificada como uma "ameaça extraordinária".
Sputnik

O fato ocorre mesmo sete meses depois do presidente norte-americano declarar que o risco nuclear de Pyongyang foi eliminado.


"Apesar de um possível novo caminho para a paz com a Coreia do Norte agora existir, o país continua a representar uma ameaça extraordinária e os Estados Unidos devem permanecer vigilantes", adverte o relatório, 2019 Missile Defence Review, em seu resumo executivo.

Além da Coreia do Norte, o documento destaca as preocupações sobre o avanço das capacidades da do Irã, da Rússia e da China.

"As capacidades de mísseis dos adversários dos EUA, como Coreia do Norte e Irã, continuam a desempenhar um papel significativo na estratégia de defesa dos EUA", disse o secretário de Defesa dos EUA, Patrick Shanahan, durante a apresentação do relatório.

Moscou: resolução da ONU sobre Síria não tem nada a ver com direitos humanos

O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas adotou o projeto de resolução que condena grandes violações dos direitos humanos na Síria, bem como os ataques contra civis e o suposto "uso de armas químicas em Ghouta Oriental". As alterações propostas pela Rússia que estipulam a condenação de todos os atos terroristas foram rejeitadas.


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O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou nesta segunda-feira (5) que a resolução aprovada é irrelevante em relação às preocupações reais com violações de direitos humanos em Ghouta Oriental e não aborda a questão da entrega de ajuda humanitária aos civis.


Prédios destruídos na zona cercada de Douma, Ghouta Oriental
Douma, Ghouta Oriental © REUTERS/ Bassam Khabieh

"Os representantes dos Estados Unidos e do Reino Unido reconheceram sua própria falta de vontade de cumprir os requisitos da resolução 2401 do Conselho de Segurança da ONU e, de fato, confirmaram seu apoio aos terroristas em Ghouta Oriental, muitos dos quais estão associados à Al-Qaeda", diz a declaração da diplomacia russa.

A Rússia procurou adicionar cláusulas ao projeto de resolução da ONU prevendo que os países condenassem todos os atos terroristas na Síria, inclusive os de Ghouta oriental, além de concordar em não prestar apoio aos terroristas, além de incluir no documento um parágrafo sobre os crimes de militantes contra civis e as entregas de ajuda humanitária na região.

O Conselho da Segurança da ONU aprovou em 24 de fevereiro uma resolução que prevê um cessar-fogo de 30 dias em todo o território da Síria. No entanto, os ataques por parte de radicais continuam afetando a Síria.


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