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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Moscou: resolução da ONU sobre Síria não tem nada a ver com direitos humanos

O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas adotou o projeto de resolução que condena grandes violações dos direitos humanos na Síria, bem como os ataques contra civis e o suposto "uso de armas químicas em Ghouta Oriental". As alterações propostas pela Rússia que estipulam a condenação de todos os atos terroristas foram rejeitadas.


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O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou nesta segunda-feira (5) que a resolução aprovada é irrelevante em relação às preocupações reais com violações de direitos humanos em Ghouta Oriental e não aborda a questão da entrega de ajuda humanitária aos civis.


Prédios destruídos na zona cercada de Douma, Ghouta Oriental
Douma, Ghouta Oriental © REUTERS/ Bassam Khabieh

"Os representantes dos Estados Unidos e do Reino Unido reconheceram sua própria falta de vontade de cumprir os requisitos da resolução 2401 do Conselho de Segurança da ONU e, de fato, confirmaram seu apoio aos terroristas em Ghouta Oriental, muitos dos quais estão associados à Al-Qaeda", diz a declaração da diplomacia russa.

A Rússia procurou adicionar cláusulas ao projeto de resolução da ONU prevendo que os países condenassem todos os atos terroristas na Síria, inclusive os de Ghouta oriental, além de concordar em não prestar apoio aos terroristas, além de incluir no documento um parágrafo sobre os crimes de militantes contra civis e as entregas de ajuda humanitária na região.

O Conselho da Segurança da ONU aprovou em 24 de fevereiro uma resolução que prevê um cessar-fogo de 30 dias em todo o território da Síria. No entanto, os ataques por parte de radicais continuam afetando a Síria.


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