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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Moscovo propoe evacuação a rebeldes de Ghouta oriental atacada

O exército russo propôs aos rebeldes circunscritos em Ghouta oriental, na periferia leste da capital, Damasco, uma evacuação protegida da zona cercada pelas forças sírias e seus aliados. O ministério russo da Defesa indica estar pronto a garantir o transporte dos rebeldes e das suas famílias comprometendo-se a dar-lhes imunidade contra qualquer ação judicial. 


Por João Matos | RFi

De um lado, forças russas na Síria propoem uma evacuação dos rebeldes encurralados em Ghouta oriental, devido ao cerco das forças sírias, e por outro, temos o mesmo exército sírio e seus aliados a bombardear os rebeldes, matando 9 civis e penetrando cada vez mais no interior do terreno sem respeitar a trégua.


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Coluna de carros da Cruz vermelha internacional com ajuda humanitária a Ghouta oriental a 5 de março de 2018 | REUTERS/Omar Sanadiki

Os bombardeamentos intensivos foram confirmados pelo observatório sírio dos direitos humanos, que reafirmou que a trégua instaurada por Moscovo não é respeitada.

É neste jogo duplo que surge o ministério russo da Defesa a oferecer uma saída táctica aos rebeldes com a garantia de que podem mesmo abandonar a região levando com eles as suas armas pessoais.

O grupo rebelde Failak al Rahman, membro do Exército sírio livre, disse não ter nenhum conctacto com Moscovo sobre o assunto mas que a proposta russa conduzirá a uma "deslocação forçada de população", quando várias centenas de milhares de pessoas ainda vivem no enclave rebelde.

A ONU, anunciou, por seu lado, esta manhã, que ia tentar enviar para o local uma coluna de carros com ajuda humanitária. Ontem, 14 dos seus 46 camiões que puderam entrar na região não conseguiram descarregar a totalidade das suas cargas, devido aos bombardeamentos.

Em Ghouta oriental, os bombardeamentos das forças sírias e russas desde 18 de fevereiro, já fizeram mais de 790 civis, dos quais 175 crianças.


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