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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Moscovo propoe evacuação a rebeldes de Ghouta oriental atacada

O exército russo propôs aos rebeldes circunscritos em Ghouta oriental, na periferia leste da capital, Damasco, uma evacuação protegida da zona cercada pelas forças sírias e seus aliados. O ministério russo da Defesa indica estar pronto a garantir o transporte dos rebeldes e das suas famílias comprometendo-se a dar-lhes imunidade contra qualquer ação judicial. 


Por João Matos | RFi

De um lado, forças russas na Síria propoem uma evacuação dos rebeldes encurralados em Ghouta oriental, devido ao cerco das forças sírias, e por outro, temos o mesmo exército sírio e seus aliados a bombardear os rebeldes, matando 9 civis e penetrando cada vez mais no interior do terreno sem respeitar a trégua.


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Coluna de carros da Cruz vermelha internacional com ajuda humanitária a Ghouta oriental a 5 de março de 2018 | REUTERS/Omar Sanadiki

Os bombardeamentos intensivos foram confirmados pelo observatório sírio dos direitos humanos, que reafirmou que a trégua instaurada por Moscovo não é respeitada.

É neste jogo duplo que surge o ministério russo da Defesa a oferecer uma saída táctica aos rebeldes com a garantia de que podem mesmo abandonar a região levando com eles as suas armas pessoais.

O grupo rebelde Failak al Rahman, membro do Exército sírio livre, disse não ter nenhum conctacto com Moscovo sobre o assunto mas que a proposta russa conduzirá a uma "deslocação forçada de população", quando várias centenas de milhares de pessoas ainda vivem no enclave rebelde.

A ONU, anunciou, por seu lado, esta manhã, que ia tentar enviar para o local uma coluna de carros com ajuda humanitária. Ontem, 14 dos seus 46 camiões que puderam entrar na região não conseguiram descarregar a totalidade das suas cargas, devido aos bombardeamentos.

Em Ghouta oriental, os bombardeamentos das forças sírias e russas desde 18 de fevereiro, já fizeram mais de 790 civis, dos quais 175 crianças.


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