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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Moscovo propoe evacuação a rebeldes de Ghouta oriental atacada

O exército russo propôs aos rebeldes circunscritos em Ghouta oriental, na periferia leste da capital, Damasco, uma evacuação protegida da zona cercada pelas forças sírias e seus aliados. O ministério russo da Defesa indica estar pronto a garantir o transporte dos rebeldes e das suas famílias comprometendo-se a dar-lhes imunidade contra qualquer ação judicial. 


Por João Matos | RFi

De um lado, forças russas na Síria propoem uma evacuação dos rebeldes encurralados em Ghouta oriental, devido ao cerco das forças sírias, e por outro, temos o mesmo exército sírio e seus aliados a bombardear os rebeldes, matando 9 civis e penetrando cada vez mais no interior do terreno sem respeitar a trégua.


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Coluna de carros da Cruz vermelha internacional com ajuda humanitária a Ghouta oriental a 5 de março de 2018 | REUTERS/Omar Sanadiki

Os bombardeamentos intensivos foram confirmados pelo observatório sírio dos direitos humanos, que reafirmou que a trégua instaurada por Moscovo não é respeitada.

É neste jogo duplo que surge o ministério russo da Defesa a oferecer uma saída táctica aos rebeldes com a garantia de que podem mesmo abandonar a região levando com eles as suas armas pessoais.

O grupo rebelde Failak al Rahman, membro do Exército sírio livre, disse não ter nenhum conctacto com Moscovo sobre o assunto mas que a proposta russa conduzirá a uma "deslocação forçada de população", quando várias centenas de milhares de pessoas ainda vivem no enclave rebelde.

A ONU, anunciou, por seu lado, esta manhã, que ia tentar enviar para o local uma coluna de carros com ajuda humanitária. Ontem, 14 dos seus 46 camiões que puderam entrar na região não conseguiram descarregar a totalidade das suas cargas, devido aos bombardeamentos.

Em Ghouta oriental, os bombardeamentos das forças sírias e russas desde 18 de fevereiro, já fizeram mais de 790 civis, dos quais 175 crianças.


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