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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

'Não dêem um passo tão imprudente': Turquia alerta França sobre ações na Síria

Ancara pede à França que não tome medidas imprudentes na Síria, disse nesse sábado (31) o ministro da Defesa turco, Nurettin Canikli.


Sputnik

Na quinta-feira (29), o presidente da França, Emmanuel Macron, se encontrou com uma delegação das Forças Democráticas Sírias (FDS), lideradas por curdos, e anunciou apoio a eles. 


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Ministro da Defesa turco, Nurettin Canikli | Reprodução


O presidente francês também expressou a esperança de um diálogo entre a Turquia e a FDS mediado pela França e pela comunidade internacional. A imprensa francesa informou que Paris decidiu ajudar a milícia curda a proteger a cidade síria de Manbij.

"Esperamos que a França não dê um passo tão imprudente", disse Canikli, citado pela agência de notícias Anadolu.

Segundo o ministro, no momento não há necessidade de instalar tropas estrangeiras na Síria, porque a ameaça representada pelo grupo terrorista Daesh diminuiu significativamente.

"Em outras palavras, se a França tentar posicionar suas tropas no norte da Síria, violará a lei internacional. As atividades da França podem ser consideradas como uma tentativa de ocupar os territórios sírios", acrescentou a autoridade turca.

Em 20 de janeiro, Ancara, juntamente com as forças do Exército Livre da Síria, da oposição, lançaram a Operação Ramo de Oliveira no distrito de Afrin, no norte da Síria, para "limpar" a fronteira da Turquia de grupos armados curdos, que são vistos como ameaça terrorista.

Em 18 de março, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan anunciou que Ancara havia estabelecido o controle total sobre Afrin. O líder turco, no entanto, disse em várias ocasiões que a operação turca no norte da Síria não terminaria com a tomada de Afrin e que a campanha seria expandida para outras partes do país devastado pela guerra, incluindo Manbij.

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