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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Não-proliferação de mísseis hipersônicos: dificultando a propagação de uma nova classe de armas

O “think tank” RAND publicou um relatório sobre Mísseis hipersônicos – especificamente veículos de deslocamento hipersônico e mísseis de cruzeiro hipersônicos – que são uma nova classe de ameaça porque são capazes tanto de manobrar quanto de voar mais rápido que 5.000 quilômetros por hora. Esses recursos permitem que esses mísseis penetrem na maioria das defesas de mísseis e comprimam ainda mais as linhas de tempo para uma resposta de uma nação sob ataque.


Poder Aéreo

Mísseis hipersônicos estão sendo desenvolvidos pelos Estados Unidos, Rússia e China. Sua proliferação além desses três poderia resultar em outros poderes estabelecendo suas forças estratégicas nos estados de prontidão. E tal proliferação poderia permitir que outros poderes ameaçassem com mais credibilidade as grandes potências.


A difusão da tecnologia hipersônica está em andamento na Europa, Japão, Austrália e Índia – com outras nações começando a explorar essa tecnologia. A proliferação poderia cruzar fronteiras múltiplas se a tecnologia hipersônica fosse oferecida nos mercados mundiais.

Há provavelmente menos de uma década disponível para impedir substancialmente a potencial proliferação de mísseis hipersônicos e tecnologias associadas. Para este fim, o relatório recomenda que (1) os Estados Unidos, Rússia e China concordem em não exportar sistemas completos de mísseis hipersônicos ou seus principais componentes e (2) a comunidade internacional deve estabelecer controles sobre uma gama mais ampla de mísseis hipersônicos. hardware e tecnologia.

Para ler o relatório do RAND, clique aqui.

FONTE: Rand Corporation

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