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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Netanyahu lança outro "Show" contra o Irã na AIPAC

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirma que o Irã é responsável pela "escuridão descendente" no Oriente Médio, saudando a ameaça da administração dos EUA de se retirar do acordo nuclear de 2015 entre o Irã e o grupo de países P5 + 1.


Pars Today

O Irã está construindo um império agressivo. Irã, Iraque, Síria, Líbano, Gaza, Iêmen, mais por vir", Netanyahu afirmou em um discurso havaiano em Washington na terça-feira para o Comitê de Assuntos Públicos Israelenses (AIPAC), um dia depois de um encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump.


Netanyahu lança outro
Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu | Reprodução

Ele alegou que o Irã está aumentando sua influência no Oriente Médio e busca dominar países regionais como a Síria devastada pela guerra e o Iêmen, o Líbano e o Iraque.

Ele apresentou um mapa sinistro do Oriente Médio com os países que ele afirma que o Irã procura dominar colorido em preto.

Netanyahu, que enfrenta uma sonda de corrupção intensiva em casa, afirmou que o acordo nuclear, oficialmente conhecido como o Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA), tornou o programa atômico de Teerã mais perigoso.

O Irã e os países P5 + 1 - nomeadamente os EUA, Rússia, China, França e Grã-Bretanha, além da Alemanha - finalizaram o acordo nuclear em julho de 2015 e começaram a implementá-lo em janeiro de 2016.

Netanyahu descreveu o acordo como uma grande ameaça para a paz na região e afirmou que Teerã está buscando desenvolver mísseis nucleares.

Ele disse que Israel e seus aliados árabes apoiam uma possível tentativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de destruir o JCPOA se não for fortalecido de forma a impedir que Teerã retome sua alegada busca por armas atômicas.

Ele lançou seu peso por trás de uma "política correta" adotada pelo presidente dos EUA para evitar que o Irã desenvolva armas nucleares.

"Nunca vamos deixar o Irã desenvolver armas nucleares - agora não, em 10 anos, nunca", disse Netanyahu ao grupo de lobby pró-Israel.

O Irã já havia negado repetidamente alegações semelhantes de Netanyahu e seus aliados como sem fundamento.

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