Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

O Irã adverte os EUA para não tomar decisões "insensatas" sobre a Síria

Após as conjecturas sobre possíveis preparativos para um ataque militar contra a Síria pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Bahram Qassemi, alertou a Washington de não tomar decisões "insensatas" em relação ao país árabe.


Pars Today

Falando aos repórteres em uma conferência de imprensa nesta quarta-feira, o porta-voz iraniano aconselhou a Washington a considerar cuidadosamente as implicações, antes de adotar medidas intervencionistas no Oriente Médio.


O Irã adverte os EUA para não tomar decisões
Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Bahram Qassemi | Reprodução

“não é uma novidade a tomada de ações hosteis por Estados Unidos contra os países da região”, ressaltou Qassemi, no entanto, que Washington não tem direito de intervir na Síria e que, se acontecesse, "seria uma espécie de invasão".

"As nações da região mostraram que não aceitavam a presença estrangeira e espera-se que os Estados Unidos reconsiderem essa insensta decisão", acrescentou o porta-voz iraniano.

Houve relatos de que os EUA e alguns de seus aliados ocidentais que participam de uma campanha de ataque aéreo contra supostas posições terroristas na Síria estão considerando uma ação militar a grande escala contra o país árabe, sob o pretexto de que o presidente sírio, Bashar al-Assad "está matando seu próprio povo".

A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas (ONU), Nikki Haley, agravara esta preocupação na segunda-feira dizendo que Washington estava pronto para agir unilateralmente contra a Síria, como aconteceu em abril passado, quando bombardeou uma base aérea síria com mísseis de cruzeiro acusando Damasco de um ataque de gás sarin contra a aldeia de Jan Sheijun, na província nordestina de Idlib.

No entanto, a Síria negou as acusações, argumentando que não tinha motivo para recorrer a armas químicas, pois suas tropas tinham vantagem na sua luta contra terroristas.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas