Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Lançamento do Submarino Riachuelo – S40 (VIDEO)

Hoje, 14 de dezembro, às 10h da manhã em Itaguaí-RJ, teve início a Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo, o primeiro de uma série de quatro submarinos convencionais e um nuclear que estão sendo construídos pela Marinha do Brasil. A cerimônia conta com a presença do Presidente da República.
Poder Naval

O nome do primeiro submarino, “Riachuelo”, é alusivo à Batalha Naval do Riachuelo, considerada decisiva na Guerra do Paraguai, com atuação destacada da Marinha do Brasil.


Acompanhe a Cerimônia em tempo real no vídeo no final deste post.
Prosub

O Brasil tem o mar como uma forte referência em todo o seu desenvolvimento. É nessa área marítima que os brasileiros desenvolvem as atividades pesqueiras, o comércio exterior e a exploração de recursos biológicos e minerais. A imensa riqueza das águas, do leito e do subsolo marinho nesse território justifica seu nome: Amazônia Azul.

A Amazônia Azul cobre uma área de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. Mas o país pleiteia na Organização das Naç…

Opinião: capacidade de defesa da Ucrânia baseia-se em 'sacrifícios'

Em 2014, as forças navais ucranianas, que não tinham meios suficientes ou pessoal competente, não podiam contrapor nada à Frota do Mar Negro da Rússia. Portanto, seus raciocínios sobre o "sacrifício" da sua marinha são uma pura absurdez, opina o ex-comandante da Frota do Mar Negro russa, almirante Vladimir Komoedov.


Sputnik

Previamente, a vice-comandante da Marinha da Ucrânia, capitão-de-mar-e-guerra Marina Kanalyuk afirmou que durante a reunificação da Crimeia com a Rússia, em 2014, a Marinha ucraniana "sacrificou-se" para que Kiev tivesse mais tempo para conseguir colocar seu exército em prevenção.


Navios da Frota do Mar Negro da Marinha russa, foto de arquivo
Navios russos da Frota do Mar Negro © Sputnik/ Sergei Malgavko

Neste contexto, o almirante russo supõe que "sacrificar-se" será aparentemente o principal meio para usar as capacidades da Marinha da Ucrânia. Para efetuar ações de combates reais, eles não tinham, não têm e não terão pessoal naval competente, nem forças ou meios suficientes. "Mesmo que quisessem, eles não conseguiriam fazer nada, em termos militares, contra a Frota do Mar Negro em 2014", destacou.

Além disso, ele acrescentou que a maior parte do contingente da Marinha ucraniana ficou do lado da Rússia.

Entretanto, os quadros navais que decidiram permanecer na Ucrânia estavam longe de serem os melhores em termos profissionais, indicou.

Assim, as declarações sobre o sacrifício que fez a Marinha da Ucrânia em 2014 e sobre o poderio atual do seu exército devem ser caraterizadas como "pura absurdez", finalizou.

Depois da reintegração da Crimeia na Rússia em 2014, Moscou devolveu parcialmente os navios ucranianos a Kiev. Quando, em janeiro de 2018, o presidente russo Vladimir Putin propôs à Ucrânia devolver o resto do seu material militar posicionado na península, o líder ucraniano Pyotr Poroshenko declarou que receberá seus navios da Crimeia só juntamente com a península.

Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas