Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Opinião: capacidade de defesa da Ucrânia baseia-se em 'sacrifícios'

Em 2014, as forças navais ucranianas, que não tinham meios suficientes ou pessoal competente, não podiam contrapor nada à Frota do Mar Negro da Rússia. Portanto, seus raciocínios sobre o "sacrifício" da sua marinha são uma pura absurdez, opina o ex-comandante da Frota do Mar Negro russa, almirante Vladimir Komoedov.


Sputnik

Previamente, a vice-comandante da Marinha da Ucrânia, capitão-de-mar-e-guerra Marina Kanalyuk afirmou que durante a reunificação da Crimeia com a Rússia, em 2014, a Marinha ucraniana "sacrificou-se" para que Kiev tivesse mais tempo para conseguir colocar seu exército em prevenção.


Navios da Frota do Mar Negro da Marinha russa, foto de arquivo
Navios russos da Frota do Mar Negro © Sputnik/ Sergei Malgavko

Neste contexto, o almirante russo supõe que "sacrificar-se" será aparentemente o principal meio para usar as capacidades da Marinha da Ucrânia. Para efetuar ações de combates reais, eles não tinham, não têm e não terão pessoal naval competente, nem forças ou meios suficientes. "Mesmo que quisessem, eles não conseguiriam fazer nada, em termos militares, contra a Frota do Mar Negro em 2014", destacou.

Além disso, ele acrescentou que a maior parte do contingente da Marinha ucraniana ficou do lado da Rússia.

Entretanto, os quadros navais que decidiram permanecer na Ucrânia estavam longe de serem os melhores em termos profissionais, indicou.

Assim, as declarações sobre o sacrifício que fez a Marinha da Ucrânia em 2014 e sobre o poderio atual do seu exército devem ser caraterizadas como "pura absurdez", finalizou.

Depois da reintegração da Crimeia na Rússia em 2014, Moscou devolveu parcialmente os navios ucranianos a Kiev. Quando, em janeiro de 2018, o presidente russo Vladimir Putin propôs à Ucrânia devolver o resto do seu material militar posicionado na península, o líder ucraniano Pyotr Poroshenko declarou que receberá seus navios da Crimeia só juntamente com a península.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas