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Rússia testará novo avião de transporte militar até o final do ano

Il-112V deverá substituir modelos soviéticos An-24 e An-26, considerados obsoletos.
Nikolai Litôvkin | Russia Beyond

A nova aeronave de transporte militar Il-112V completou os testes de fábrica e está sendo preparada para o primeiro voo, que está previsto para o final de 2018.


Caso os testes sejam bem sucedidos, o Il-112V substituirá nas Forças Armadas russas os modelos An-24 e An-26, desenvolvidos no início dos anos 1960.

O Ilyushin Il-112 é um avião de transporte militar leve de asa alta que está sendo desenvolvido pela Ilyushin Aviation Complex para transporte de cargas militares, equipamentos e pessoal.

Sua capacidade de carga máxima "útil" a bordo será de até cinco toneladas.

Os projetistas pretendem desenvolver duas versões do avião: uma com hangares estendidos para o transporte de equipamentos militares, carga e soldados; e outra, civil, para o transporte de passageiros e carga leve.

O Il-112V é um monoplano com configuração aerodinâmica tradicional e dois poderosos motores…

Opinião: capacidade de defesa da Ucrânia baseia-se em 'sacrifícios'

Em 2014, as forças navais ucranianas, que não tinham meios suficientes ou pessoal competente, não podiam contrapor nada à Frota do Mar Negro da Rússia. Portanto, seus raciocínios sobre o "sacrifício" da sua marinha são uma pura absurdez, opina o ex-comandante da Frota do Mar Negro russa, almirante Vladimir Komoedov.


Sputnik

Previamente, a vice-comandante da Marinha da Ucrânia, capitão-de-mar-e-guerra Marina Kanalyuk afirmou que durante a reunificação da Crimeia com a Rússia, em 2014, a Marinha ucraniana "sacrificou-se" para que Kiev tivesse mais tempo para conseguir colocar seu exército em prevenção.


Navios da Frota do Mar Negro da Marinha russa, foto de arquivo
Navios russos da Frota do Mar Negro © Sputnik/ Sergei Malgavko

Neste contexto, o almirante russo supõe que "sacrificar-se" será aparentemente o principal meio para usar as capacidades da Marinha da Ucrânia. Para efetuar ações de combates reais, eles não tinham, não têm e não terão pessoal naval competente, nem forças ou meios suficientes. "Mesmo que quisessem, eles não conseguiriam fazer nada, em termos militares, contra a Frota do Mar Negro em 2014", destacou.

Além disso, ele acrescentou que a maior parte do contingente da Marinha ucraniana ficou do lado da Rússia.

Entretanto, os quadros navais que decidiram permanecer na Ucrânia estavam longe de serem os melhores em termos profissionais, indicou.

Assim, as declarações sobre o sacrifício que fez a Marinha da Ucrânia em 2014 e sobre o poderio atual do seu exército devem ser caraterizadas como "pura absurdez", finalizou.

Depois da reintegração da Crimeia na Rússia em 2014, Moscou devolveu parcialmente os navios ucranianos a Kiev. Quando, em janeiro de 2018, o presidente russo Vladimir Putin propôs à Ucrânia devolver o resto do seu material militar posicionado na península, o líder ucraniano Pyotr Poroshenko declarou que receberá seus navios da Crimeia só juntamente com a península.

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