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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Por que militares ucranianos seriam importantes na possível guerra entre Rússia e OTAN?

Em caso de haver uma guerra entre OTAN e Rússia, forças especiais ucranianas podem ser “indispensáveis” para a Aliança, acredita analista militar Konstantin Sivkov.


Sputnik

Se houvesse um conflito, as tropas da Aliança se focariam em conquistar instalações nucleares da Rússia para privá-las de armas estratégicas. Neste caso, a OTAN apostaria em forças especiais.


Militares ucranianos durante treinamento
Militares ucranianos em treinamento © Sputnik/ Stringer

"Forças especiais [ucranianas] podem ser deslocadas à Rússia, tanto sob o disfarce de passageiros civis, como por aviões militares", escreve Konstantin Sivkov em seu artigo publicado pelo jornal Voenno-promyshlenny kurier.

Após neutralizar o potencial nuclear russo, a OTAN com fim de garantir seu sucesso poderá recorrer às forças de reação rápida, "que estabelecerá um alto controle sobre o arsenal estratégico" da Rússia, escreve analista.

Sivkov sublinha o papel especial de militares ucranianos no possível conflito.

"Os soldados das forças especiais ucranianas são essencialmente importantes para a OTAN nestas condições. Tendo uma cultura e etnia semelhantes a da população russa, falam na mesma língua, eles [militantes das forças especiais] serão indispensáveis durante missões especiais", ressaltou o analista.

Anteriormente, o chanceler russo Sergei Lavrov, falando durante seu discurso na Conferência para o Desarmamento em Genebra, afirmou que os Estados Unidos estão treinando a Europa para utilizar armas nucleares contra Moscou, sublinhando que a preservação de armamentos nucleares não estratégicos na Europa, bem como a prática de "missões nucleares conjuntas" dificulta o desarmamento.

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