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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Príncipe saudita: Ocidente encorajou Riad a investir no wahhabismo a fim de conter URSS

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammad bin Salman Al Saud, afirmou que os países ocidentais pediram ao seu país para investir na propagação do wahhabismo durante a Guerra Fria a fim de impedir que a União Soviética ganhasse influência no Oriente Médio. Segundo ele, no entanto, o reino acabou perdendo o controle desse movimento.


Sputnik

Corrente fundamentalista do islamismo sunita, o wahhabismo é frequentemente acusado de ser a principal fonte do terrorismo global. Em entrevista ao Washington Post, o príncipe Salman explicou que embora o governo saudita tenha tido o papel mais importante na disseminação dessa doutrina, a pedido dos seus aliados anticomunistas, ela, hoje, é financiada principalmente por "fundações". Ele acredita que o Estado precisa retomar o controle.


Mohammad bin Salman Al Saud, príncipe herdeiro da Arábia Saudita
Mohammad bin Salman Al Saud © Sputnik/ Sergey Guneev

"Temos que recuperar tudo", disse o príncipe, citado pelo jornal.

Sobre as reformas que vem promovendo em seu país, como a redução das restrições impostas às mulheres, Mohammad bin Salman disse ter trabalhado duro para convencer líderes religiosos conservadores de que certas imposições não fazem parte do islamismo.

"Eu acredito que o islã é sensato, o islã é simples, e as pessoas estão tentando sequestrá-lo", declarou, acrescentando que o governo tem mantido conversas positivas com os clérigos, conquistando mais aliados no establishment religioso.

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