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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Putin revela novo arsenal nuclear russo

Em discurso a duas semanas da eleição, com ameaças aos EUA e traços de Guerra Fria, presidente russo apresenta míssil atômico que seria capaz de burlar todos os sistemas de defesa existentes.


Deutsch Welle

O presidente russo, Vladimir Putin, revelou nesta quinta-feira (01/03) as novas estrelas do arsenal de seu país, incluindo mísseis balísticos que, segundo afirma, poderiam alcançar qualquer ponto da Terra e seriam impossíveis de serem interceptados por escudos dos Estados Unidos e da Otan.


Putin perante os legisladores: discurso foi adiado, para acontecer mais perto da eleição
Putin perante os legisladores: discurso foi adiado, para acontecer mais perto da eleição

"Ninguém no mundo tem nada igual até agora. É algo fantástico!", disse Putin, em seu discurso anual sobre o estado da nação, enquanto um telão exibia infográficos com a trajetória de um míssil sobrevoando o território americano e imagens dos testes dos armamentos.

O discurso, um dos mais beligerantes de Putin no Kremlin, é realizado a pouco mais de duas semanas das eleições de 18 de março. E, em tom que fez lembrar a Guerra Fria, joga com temores antigos da população, de que a Rússia poderia ser invadida a qualquer momento.

“Nós vamos considerar qualquer uso de arma nuclear contra a Rússia ou seus aliados um ataque nuclear contra o nosso país”, afirmou Putin, com frequência ovacionado por uma plateia composta de parlamentares russos e outros notáveis. “A resposta seria imediata.”

Entre as novas armas apresentadas – algumas estariam prontas, outras em desenvolvimento – estão um novo míssil balístico intercontinental, uma pequena ogiva nuclear que pode ser acoplada a mísseis de cruzeiro, drones nucleares submarinos, uma arma supersônica e uma arma a laser.

“Eles não conseguiram conter a Rússia”, discursou Putin, referindo-se aos Estados Unidos e à União Europeia. “Agora eles precisam levar em conta uma nova realidade e entender que tudo que eu disse hoje não é um blefe.”

O ponto alto da apresentação foi um vídeo mostrando um míssil nuclear que poderia atingir qualquer ponto do planeta. Nas imagens, vê-se o projétil, que teria sido testado em 2007, deixando a Rússia, cruzando o Atlântico Sul, passando pelo cabo Horn, rumo à costa oeste dos EUA.

"O sistema antimísseis americano será inútil e não terá nenhum sentido", afirmou. "Não mostrei todas as armas que temos. Por hoje, é suficiente. Acredito que tudo o que foi dito na minha mensagem sirva para acalmar qualquer agressor potencial."

A fala de Putin também foi repleta de promessas de melhorar os padrões sociais dos russos. Ele prometeu, por exemplo, que nos próximos seis anos o país se tornará uma das cinco maiores economias do mundo, com crescimento de 150% do PIB.

O discurso perante os legisladores é realizado anualmente, mas desta vez foi feito dois meses mais tarde do que o habitual, o que foi interpretado pela oposição e observadores como uma manobra para transformá-lo em campanha eleitoral para as eleições.

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