Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Reino Unido bloqueia projeto da declaração russa sobre caso Skripal na ONU

O Reino Unido bloqueou o projeto da declaração do Conselho de Segurança da ONU proposto pela Rússia sobre a investigação do incidente de Salisbury, comunicou o porta-voz da missão permanente da Rússia na ONU, Fyodor Strzhizhovsky.


Sputnik

"O projeto de 14 de março proposto pela Rússia de uma declaração de imprensa curta e baseada em fatos da ONU, pedindo uma investigação civilizada o mais depressa possível do incidente químico no Reino Unido de acordo com os padrões existentes da organização especializada [OPAQ], foi grosseiramente bloqueado por motivos políticos pelos representantes deste país", declarou ele.


Membros do Conselho de Segurança da ONU na sede da organização em Nova York
Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Eduardo Munoz

De acordo com Fyodor Strzhizhovsky, as emendas propostas pela delegação britânica, distorceram o sentido do documento que "foi avançado para preservar a unidade do CS da ONU quanto ao assunto".

Antes, o embaixador russo para ONU, Vasily Nebenzya, classificou as alegações de Londres de que Moscou é responsável pelo envenenamento como "totalmente inaceitáveis" e exigiu provas materiais das acusações.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas