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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Reino Unido bloqueia projeto da declaração russa sobre caso Skripal na ONU

O Reino Unido bloqueou o projeto da declaração do Conselho de Segurança da ONU proposto pela Rússia sobre a investigação do incidente de Salisbury, comunicou o porta-voz da missão permanente da Rússia na ONU, Fyodor Strzhizhovsky.


Sputnik

"O projeto de 14 de março proposto pela Rússia de uma declaração de imprensa curta e baseada em fatos da ONU, pedindo uma investigação civilizada o mais depressa possível do incidente químico no Reino Unido de acordo com os padrões existentes da organização especializada [OPAQ], foi grosseiramente bloqueado por motivos políticos pelos representantes deste país", declarou ele.


Membros do Conselho de Segurança da ONU na sede da organização em Nova York
Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Eduardo Munoz

De acordo com Fyodor Strzhizhovsky, as emendas propostas pela delegação britânica, distorceram o sentido do documento que "foi avançado para preservar a unidade do CS da ONU quanto ao assunto".

Antes, o embaixador russo para ONU, Vasily Nebenzya, classificou as alegações de Londres de que Moscou é responsável pelo envenenamento como "totalmente inaceitáveis" e exigiu provas materiais das acusações.


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